Artigo publicado em 24 out 2015 | Este artigo tem 70 Comentários

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“Se eu pudesse, pegava a dor; colocava a dor dentro de um envelope e devolvia ao remetente.” Mario Quintana

RESUMO

O presente artigo tem como objetivo abordar o conceito de fibromialgia, bem como a sintomatologia dolorosa, destacando a relevância desta alteração no campo da saúde. Trata-se de uma revisão, realizada por meio de consulta a artigos científicos. A fibromialgia se caracteriza como uma síndrome que possui como principal sintoma a dor sem causa orgânica especifica. Para um tratamento adequado deve-se buscar um médico especialista. A forma de avaliação da patologia, ocorre através de exames clínicos no consultório médico. Portanto, as pesquisas relacionadas à fibromialgia buscam o entendimento e aprofundamento desta patologia, para que se possa traçar o entendimento mais adequado, a fim de proporcionar qualidade de vida.

“A dor parece uma ofensa à nossa integridade física.” Clarice Lispector

Um corpo sempre será para o sujeito uma “coisa” sua. Assim, para viver cada ser depende habitar um corpo. Desse modo, as paixões, afetos, ideias, são consideradas pelo princípio da filosofia clássica, a localização das mazelas humanas – mencionadas a partir de um corpo – como função de suporte necessário. A análise do corpo constitui uma relação de pertinência entre o existir e sua materialidade. Esse é o âmago de grandes questões que ultrapassam o tempo, a cultura, à vida, o nascimento, à morte e, também, um tema intrínseco à psicanálise: a sexualidade.

Neste artigo abordaremos a dor física e psíquica sem causa orgânica. Enunciaremos aqui, uma síndrome que não se encontra causa orgânica específica – e, assim, a chamaremos de “a doença da alma”. A síndrome cuja as dores crônicas sem causalidade orgânica constatável, são fonte de sofrimento para pacientes e um desafio para os profissionais da medicina. Esta síndrome está localizada na fronteira entre a reumatologia e a patologia psicossomática, com comorbidade de transtornos e uma degradação da qualidade de vida no plano profissional, social e familiar.

“O umbral de estimulação requerido para transformar um estímulo sensorial em uma possível ameaça está significativamente rebaixado na Fibromialgia, sendo uma das características principais do processo neurobiológico, que afeta de forma extensa todo sistema e pode converter informações subclínicas em sensações desagradáveis em diferentes partes corporais.” (Collado, A., 2008, p. 517-518).

A fibromialgia é uma síndrome clínica que se manifesta com dor no corpo todo, principalmente, na musculatura. A síndrome cursa com sintomas de fadiga, intolerância ao exercício e sono não repousante – a pessoa acorda sempre cansada. Os médicos classificam a fibromialgia como uma síndrome, porque caracteriza um grupo de sintomas sem que seja identificada uma causa específica.

Não existe uma causa única conhecida para a fibromialgia, mas existem alguns sinais para identificá-la. Os estudos mais recentes mostram que pacientes com fibromialgia apresentam maior sensibilidade a dor do que outros que não têm a doença. Isso não está relacionado com o fato de se ser “forte” ou “fraco” com relação a dor. Na realidade, funciona como se o cérebro dos fibromiálgicos fosse uma bússola desregulada em que ativasse todo o sistema nervoso para fazer a pessoa sentir mais dor. Sendo assim: nervos, medula e cérebro estariam fazendo que qualquer estímulo doloroso seja aumentado de intensidade.

A dor da fibromialgia é real. Existem estudos experimentais avançados mostrando o cérebro funcionando e os pacientes com fibromialgia sentindo dor. Também foram feitos estudos com o líquido que banha a medula e o cérebro (líquor) e foi visto que as substâncias que levam a sensação de dor para o cérebro estão de três a quatro vezes aumentadas em pacientes fibromiálgicos em comparação com pessoas sem o problema.

Tanto pacientes quanto médicos parecem entender melhor as causas de dor quando existe uma inflamação, um machucado, um tumor, que estão ali, visíveis, causando a dor. Na fibromialgia é diferente; se tirarmos um pedaço do músculo que está doendo e olharmos no microscópio, não encontraremos nada – porque o problema está somente na percepção da dor.

Dados epidemiológicos apontam uma maior incidência dessa entidade clínica em mulheres jovens, mas, não podemos deixar de abordar os homens, com muita sensibilidade a dor. A sociedade e muitos estudiosos insistem em proclamar que às mulheres são mais sofríveis que os homens, no entanto, sob o olhar de uma psicanalista, que acompanha o caso, o sexo masculino sofre tanto como apontam o sofrimento do sexo feminino. Não podemos generalizar e racionalizar que o sexo feminino é mais suscetível do que o sexo masculino. Os homens ainda hoje, precisam omitir os seus sentimentos para não se mostrarem fracos. Isso é uma condição precária da observação humana.

Independente do sexo, existe nesta síndrome uma ausência de evidências na materialidade do corpo e a presença de fatores psicopatológicos que, dificulta o diagnóstico e tratamento. Face à diversidade e dos fatores envolvidos em determinadas síndromes. Faz-se necessário a indicação de uma abordagem multidisciplinar para um tratamento com resultados mais eficazes.

Neste aspecto, ao mesmo tempo em que os profissionais buscam uma cura para as dores de seus pacientes – os pacientes clamam pelo reconhecimento desta síndrome que causa tanto sofrimento.

DA PSICANÁLISE:

A sugestão é considerar a eventual função da fibromialgia na estruturação psíquica como solução subjetiva. Para o referencial teórico-clínico da psicanálise. A psicanálise fornece elementos para reflexões sobre a dor no corpo e seu lugar na psique.

A partir do estado atual das pesquisas sobre o tema – considerando a escassez de estudos no campo da psicanálise, o ponto nevrálgico para o psicanalista, é poder contribuir para uma abordagem da fibromialgia que sustente o relato da experiência de dor. A psicanálise não tem a pretensão de pôr a fibromialgia a qualquer quadro psicopatológico, como a histeria e/ou a depressão – o foco da psicanálise é sublinhar a posição subjetiva – do sujeito que sofre em seu corpo essa dor “insuportável” para então, termos um diagnóstico junto aos profissionais médicos no tratamento da fibromialgia.

O que a fibromialgia pode ensinar ao psicanalista? Acreditamos que, para além da doença, há um sujeito em questão e que o diagnóstico em psicanálise se produz a partir da posição que este ocupa frente ao seu sintoma. O que, para além da dor, do que o sujeito diz, comporta um falar singular. Se na medicina o diagnóstico se alicerça nos fenômenos comprovados e numa probabilidade estatística, a psicanálise avança, para além dos fenômenos, os modos de enfrentar a singularidade do sofrimento. Da forma como a dor psíquica, implicada na dor física, faz com que a psicanálise avance na subjetividade dos casos sob o olhar clínico. A fibromialgia não pode ser igual para todos, mesmo que haja uma tipologia, uma peculiaridade sintomatológica na doença, o traço único dirá mais sobre aquele que sofre e sobre o uso que faz de sua dor.

DO TRATAMENTO DA FIBROMIALGIA NA TERAPIA:

É importante ressaltar, que nós enquanto psicanalistas e/ou psicólogos não podemos diagnosticar nenhum tipo de doença e/ou patologia. O diagnóstico de qualquer doença é exclusivamente do médico. Psicanalistas e/ou psicólogos não são profissionais da medicina. Portanto, o diagnóstico da fibromialgia está exclusivamente sob o olhar do profissional da medicina. A especialidade mais indicada para o diagnóstico da fibromialgia é a reumatologia. A terapia é eficaz para ajudar o paciente fibromiálgico a se autoconhecer e compreender a condição que está enfrentando.

DA EXISTÊNCIA DE ESTADOS DOLOROSOS CRÔNICOS:

A existência de estados dolorosos crônicos sem substrato orgânico, doenças da dor, é assinalada desde o século XIX. Dentre elas, a fibromialgia (FM), conhecida como fibrosite desde 1904 (Gowers, 1904), tem denominação bastante recente (Smythe e Moldofsky, 1977). Reconhecida pela OMS em 1992, sob a identificação M 79.7 na classificação internacional das doenças (CID), essa síndrome é definida como composta de dores músculo-esquelético acompanhadas, frequentemente, de transtornos do sono e fadiga. A partir dessa classificação, que lhe confere um estatuto de doença, o aumento do interesse sobre a fibromialgia repercute em numerosos estudos (Kahn, 1989; Kochman, 2002; Heymann, 2006; Saltareli, Pedrosa, Hortense e Sousa, 2008). No entanto, sua etiologia permanece obscura e parece remeter a uma origem multifatorial, sem que nenhuma causalidade orgânica tenha sido detectada (Sordet-Guepet, 2004).
A maioria dos textos e estudos sobre o tema indica a possibilidade de uma comorbidades psiquiátrica no que concerne à presença de transtornos de ansiedade e depressão. Sendo assim, apontam a adequação do recurso a tratamentos medicamentosos conforme cada caso é suas comorbidades. Digno de nota, a indicação de tratamento psicoterápico é mencionada no recente estudo brasileiro sobre o tema ao mesmo tempo em que os exercícios de alongamento e assimilados (Heyman et al., Idem). De todo modo, a indicação de uma abordagem multidisciplinar para o tratamento dos casos de fibromialgia parece consenso na maioria dos trabalhos da área médica, figurando tanto no recente estudo Consenso brasileiro do tratamento da fibromialgia (Heyman et al., Ibid) quanto no relatório da Academie Française de Médecine (Menkès e Godeaul, 2007).

Numerosos autores reconhecem o importante e até mesmo preponderante papel dos fatores psíquicos no surgimento da fibromialgia. Ao mesmo tempo, a maior parte deles, rejeitam a assimilação desta a qualquer doença psiquiátrica e somente o componente psicossomático é, em certos casos, evocado. Uma vulnerabilidade psicológica marcada pelo stress (Boureau, 2000), a tendência ao “catastrofismo”, à “victimização”, por vezes uma hiperatividade prévia, um contexto de tensão emocional constante, ansiedade e afetos depressivos vêm esboçar um quadro psicológico do paciente fibromiálgico. Todavia, sublinha-se que as relações de causalidade entre os sintomas psiquiátricos e a fibromialgia são difíceis de confirmar. (Menkès, Godeaul, 2007).

É possível que os transtornos encontrados na fibromialgia (fadiga, transtornos do sono, dores de cabeça, diminuição da atividade cognitiva) faz observar os sinais de depressão, somando a uma síndrome dolorosa. Porém, não se encontram nem as ideias suicidas nem os elementos de desvalorização e autoacusações. Do mesmo modo, se os autores sublinham as relações inegáveis entre a fibromialgia e uma extensa lista de transtornos psicológicos, entre os quais a hipocondria, transtornos funcionais e somatoformes, o critério principal das dores difusas parece, entretanto, separá-los (Kochman, Hatron, 2003). Unicamente a comorbidades entre os estados de stress pós-traumático (SPT) e a fibromialgia, tanto em termos da expressão sintomática como no da anamnese (eventos traumáticos, violência, abusos sexuais etc.) parece confirmada no plano clínico. Geralmente, a fibromialgia inicia-se após um traumatismo psíquico (eventos recentes ou passados, situação prolongada de stress etc.) ou físico, por vezes mínimo (traumatismo, cirurgia, acidente de trabalho, de transito etc.).

Em muitos casos, as evidencias da doença através do diagnóstico pode permitir ao sujeito certo alívio. Na realidade, o reconhecimento da dor, abre a possibilidade de se ter à mão, como um prêt-à-porter, uma causa que fornece certo sentido aos males somáticos, mas também aos psíquicos. Graças a esta identidade adotada e caracterizada com o selo da fibromialgia, existe o desprazer de sentir dores corporais, mas, também, não há necessidade de ser escondida e/ou omitida.

CONCLUSÃO:

Todavia, às tentativas sempre sem definições e/ou de um diagnóstico exato para descrever um perfil típico do paciente fibromiálgico: correto será obter referências a uma psicopatologia sustentada na consideração do sujeito. Assim, não podemos proclamar que existe a “cura a qualquer preço”, mas pode-se, considerar a eventual função da fibromialgia na estruturação psíquica como solução subjetiva. Nessa ação “esperançosa,” (o médico especialista juntamente com outros profissionais) podem manter o dizer do sujeito em sua tentativa de esboçar uma teoria pessoal de sua doença. É um primeiro passo, uma via para permitir ao sujeito mudar ou, pelo menos, compreender sua posição face ao sofrimento e poder em tempo deixar o remédio . Em alguns casos, isso pode ser um caminho para uma verdadeira mudança subjetiva, uma abertura para a interrogação sobre a maneira de se colocar no mundo – a singularidade de sua relação ao saber da realidade e lidar com sua condição, buscando viver melhor, sem prostração para não se tornar uma vítima da doença.

 

REFERÊNCIAS:

Rev. Mal-Estar Subj. vol.10 no.4 Fortaleza dez. 2010.

Entrevista com Reumatologista Eduardo S. Paiva
Chefe do Ambulatório de Fibromialgia do HC-UFPR, Curitiba.

Fernandes, M. H. (2001). As formas corporais do sofrimento: A imagem da hipocondria. Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental, 4 (4), 61-80.

Freud, S. (1986). La perturbación psicógena de la visión según el psicoanálisis (Obras Completas Sigmund Freud, Vol. 9). Buenos Aires, Argentina: Amorrortu. (Originalmente publicado em 1910).

Heymann, R. E. (2006). O papel do reumatologista frente à fibromialgia e à dor crônica musculoesquelética. Revista Brasileira de Reumatologia, 46 (1). Recuperado em 1 agosto 2010, da http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0482-50042006000100001&lang=pt

Heymann, R. E., Paiva E. S., Helfenstein, M., Jr. Pollak D. F., Martinez, J. E., Provenza, J. R. et al. (2010). Consenso brasileiro do tratamento da fibromialgia. Revista Brasileirade Reumatologia 50 (1), 56-66. Recuperado em 3 agosto= 2010, da http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0482-50042010000100006Não

 

 

 

 

 

 

70 Comentarios Quero comentar!

  • Eu tenho fibromialgia, já fiz vários tratamentos e ja tomei vários tipos de medicamentos.Os antidepressivos, remédios para dormir e pra ansiedade me deixaram insegura, sei lá, acho que posso dizer que esquecida, sem concentração. Não consigo ler, se começo a mexer no computador logo durmo em cima dele.Vou pra cama e o sono vai embora e sinto uma fadiga, uma pressão na parte de traz da cabeça, não é dor. Estou afastada do serviço, era professora, mas hoje tenho a sensação que esqueci tudo, que não sei mais nada. É muito triste se sentir tão inútil, com medo e ao mesmo tempo ser julgada por muitos que é manha, ou falta de vontade de melhorar. Gostaria de receber mais informações sobre fibromialgia em mensagens privadas. Quero voltar a ser aquela que um dia fui, disposta e eficiente. Eu tenho certeza que a fibromialgia apareceu devido ao sofrimento que vivi durante o tempo que fui casada com um bipolar que fez de minha vida um verdadeiro inferno. Deixando sequelas também em meu filho depressivo. Abraços Sandra.

    Comentário by Sandra Aparecida da Silva — 27 de outubro de 2015 @ 12:23

  • eu so melhorei com psiquiatra, tomando o remedio vilija.ainda tenho dor mais melhorou 60%

    Comentário by regina — 27 de outubro de 2015 @ 23:28

  • Sou portador dessa aterrizadora doença, a fibromialgia. É gratificante ver o trabalho de uma profissional do sexo feminino frizando o descaso que nós homens sofremos, desde o senso comum e de muitos profissionais da área médica, inclusive sobre a fribromialgia em que os médicos descaracterizam a doença por não haver exames específico para confirmar os sintomas da doença. Fica a pergunta, teria o ser humano do sexo masculino originado de qualquer outra matéria, que não fosse a matéria humana? Parabéns, pelo trabalho, elaborado, esclarecido e com um título ímpar.

    Comentário by Albuquerque — 31 de outubro de 2015 @ 14:59

  • Ao analisar o artigo acima me encontro como uma das pessoas que têm fibromialgia, ou então vejamos: há aproximadamente dois anos atrás comecei a sentir dores em vários pontos do corpo, ou melhor, as dores já existiam há muito mais tempo e eu não sabia o que seria. Mas certamente, foi há dois anos atrás que me fiz procurar vários médicos especialistas. Entre tantas dores pelo corpo, eu sentia ardência na cabeça. Procurei um neurologista que recomendou uma tomografia entre outras exames, onde estava “bem”. Não satisfeito, pois as dores caminhavam pelo meu corpo de forma insuportável, acometendo minha perna, pé, dedo, etc., com dores fortíssimas, fui procurar um ortopedista, que não encontrou uma causa específica, e, assim, foi sucessivamente, até que por indicação de uma psicanalista, eu procurarei um dos melhores reumatologista em São Paulo, que de imediato identificou a causa como sendo fibromialgia, dizendo ele, que não havia nenhum remédio específico e nem cura para essa síndrome. Passei a fazer acupuntura com uma médica, e fiz acupuntura por um ano, que no meu caso tive pouco resultado. Por indicação do meu cardiologista estou fazendo hidroginástica, massagens e fisioterapia, sinto-me mais aliviado.

    DA FIBROMIALGIA:
    Ao procurar saber o que é essa síndrome descobri que ela atinge a musculatura, onde os médicos não acham causa orgânica, pois não aparece em qualquer tipo de exame seja clínico ou laboratorial.
    Cheguei a conclusão, que tive uma vida emocional muito estressante! Perpetuei uma relação com uma pessoa totalmente desestabilizada. Nos separamos, mudei de cidade, mas continuei em contato em função dos filhos, da família e a sociedade acreditava que havia entre nós um relacionamento, “aparentando para esses que ainda mantinha uma vida marital”, quando na verdade, há muitos anos já estávamos separados.
    Hoje, casado com uma profissional e estudiosa da condição humana, através do seu conhecimento sobre o ser humano, fez com que eu me interessasse pela minha própria condição. Entendo que muito do que eu sinto vem do que somatizei ao longo da vida. Sempre engoli tudo calado, não tomando partido da minha vida.
    “O excesso de sentido é algo que conhecemos bem: a maioria de nossos sintomas são produzidos por ele – vivemos para expiar uma culpa, agimos para mostrar rebeldia, para ganhar aprovação etc.: os afetos da infância pesam em cima de nós, dão um sentido à nossa vida, mas nos oprimem.” Calligares.
    Enfim, fui eu meu próprio algoz, quando permiti que os outros me colocassem em um cativeiro e me subestimassem.

    Comentário by Paulo — 31 de outubro de 2015 @ 17:58

  • Há 5 anos q venho sofrendo com essa sindrome. Às vezes até penso q não é fibromialgia, pois alguns dos sintomas citados por vários pacientes não me acometem. Porém, as dores musculares, os transtornos no sono,a dormência nos dedos, a fadiga e a eliminação de muitas outras doenças através de inúmeros exames, confirmam q sou portadora dessa sindrome que me derruba, deprime e âs vezes me leva ao desespero. Já passei por fisiatra e ortopedista, hoje faço tratamento com reumatologista. Já fiz pilates, fisioterapia, masssagem relaxante. Hoje faço hidroginástica e academia. Medicamentos? Já perdi as contas de qtos já tomei. Hoje estou só na ciclobenzaprina, pois nenhum dos outros melhorou minha qualidade de vida. Gostaria muito de obter mais informações sobre o assunto e estar em contato com pessoas q passam por esse tormento. Hoje minha fé e minha neta de dois anos,é o q me mantém de pé.

    Comentário by Rosana Gomes — 8 de novembro de 2015 @ 16:15

  • Acredito q essa doença é da alma mesmo, muitas vezes acordava com meus musculus com aquela sensação horrivel, rezava e passava, muitas vezes coincidia as dores com encontros com algumas pessoas muito negativas, e a noite depois de algumas horas de sono acordava com as mialgias pelos braços pernas….pescoço insuportavel….e começava a orar e em pouco tempo a dor sumia. No q posso afirmar é q tenho a impressao q se trata de energias negativas forçando nosso campo energetico gerando conflito. Orar me libertou…espero q tenha ajudado alguem de alguma forma.

    Comentário by Nane — 24 de novembro de 2015 @ 22:03

  • Já fui diagnosticado com fibromialgia, mas o médico não me explicou oque era,procurei um psiquiatra após ter feito uma bateria de exames a pedido do cardiologista, não deu nada, isso que havia dado entrada no hospital com todos os sintomas e exames comprovando infarto fui direto para UTI onde fiquei por três dias.Começou em meados de 2006 quando comecei passar muito nervoso no trabalho e com familiares,sentia dor todos os dias dor no peitoral e também no pé, de uma hora para outra a dor surgia no pé e quase me derrubava ai não parava mancava o resto do dia e muitas vezes já acordava com a dor, foi mais de um ano assim com dor no peito e no pé até acordar na UTI.
    Fiz tratamento psiquiátrico por mais de 8 anos por depressão, melhorei bastante mas a dor ainda me incomoda muito e acordo sempre muito cansado.Hoje estou readaptado no trabalho, não falto mais por motivo de doença estou aprendendo a lidar com a dor através de relaxamento e clamando a Deus que me de força. Obrigado pelo espaço.

    Comentário by Carlos — 24 de novembro de 2015 @ 23:20

  • Gostaria de ver um post sobre a nevralgia do trigêmeo, também uma dor insuportável nos nervos da face que lhe deixa enlouquecida e também não tem causas aparentes

    Comentário by Eliane — 25 de novembro de 2015 @ 11:59

  • Sou portadora dessa doença, estou tentando viver normalmente, mas é muito difícil, sou professora de matemática e meu dia a dia com adolescentes rebeldes está se tornando complicado existe dias que chego em casa querendo desistir de tudoe com tanta dor que choro sem perceber. Infelizmente não posso parar de trabalhar pois sou a responsável pela família. Estou realmente precisando de ajuda. Tomo ciclobenzaprina todas as noites e Ultracet todos os dias faço exercícios no orbitrek todos os dias e alongamentos mas só alivia um pouco.

    Comentário by Divanisa — 25 de novembro de 2015 @ 19:22

  • Tenho 33 anos e descobri que tenho fibromialgia fazem dois meses. Estou na fase crônica. Muita dor e algumas idas ao hospital para tomar o tramal na veia. Sinto um cansaço desesperador, insônia, enxaqueca… O que mais me deixa triste no momento e a impossibilidade de fazer muitas coisas, como no meu trabalho por causa da dor que acomete todo meu corpo. Hoje faço acompanhamento com Reumato e psiquiatra devido a depressão. Ainda estou em processo de aceitação e adaptação de tudo isso. Não conto para as pessoas o que eu tenho pois não entendem. Sempre acham que é algo somente psicológico. Deixando me assim cada dia mais triste. Mas é uma fase e vou enfrentar cada vez melhor.

    Comentário by Carla — 26 de novembro de 2015 @ 0:32

  • Olá primeiramente Parabéns otímo texto bem concluído.
    tenho a fibro diagnosticada a 8 anos mas sinto as dores cronicas a 12 e tudo começou com depressão a 17 anos não cuidei e desde então perdi a qualidade do sono e foi cada vez dormindo menos e tendo crises de articulações cada vez atingindo uma… cervical,cotovelo,bulsite no ombro,coluna,enfim crises chegando muita dor e medicação….até que por motivos de stress prolongado… muito trabalho, minha mente não parava e o corpo exausto…enfim a vida…
    quando diagnosticada percebi….não estou louca.
    Sua colocação esta correta Alivio.

    “Em muitos casos, as evidencias da doença através do diagnóstico pode permitir ao sujeito certo alívio. Na realidade, o reconhecimento da dor, abre a possibilidade de se ter à mão, como um prêt-à-porter, uma causa que fornece certo sentido aos males somáticos, mas também aos psíquicos. Graças a essa identidade adotada e caracterizada com o selo da fibromialgia, existe o des- prazer de sentir dores corporais, mas, porém, não necessita ser escondida ou omitida”.

    A jornada foi longa…terapia breve,muitas medicações e o corpo tentando se adaptar mas as formulas atacavam o aparelhos digestivo e intestino,mudava a medicação melhorava e voltava a reagir intestino,mas neste ano achei meu caminho pensei que não fosse conseguir vencer a dor,mas estou melhorando a cada dia com pillates,ioga,meditação….8 meses e os resultados aparecem,estou dormindo,perino normal,intestino perfeito,dor suave,respiração tranquila,articulações melhores, estou sem medicação a três meses
    A cervical e mandimbula ainda doi,bulsite no pé e a coluna, mas ja estou encaminhada p fisioterapia e vou tomar uma injeção com corticoide, e tudo se resolve. Assim vai ser p o todo sempre.
    A espiritualidade me fortalece todos os dias, tive muitas cirurgias espirituais e com sucesso em todas,neste momento estou fazendo tratamento espiritual pois esta é minha base a Fé e com jesus e minha família me amparando venho conseguindo.
    Desejo a todos os fibros sucesso na sua caminhada,bons medicos p direcionar o melhor.
    Leiam, se informem, se encontre.Abraços.

    Comentário by sonia ramos — 26 de novembro de 2015 @ 7:42

  • Eu sofro ja há muitos anos. ..Acho que comecei a sofrer deste trostorno logo no inicio da existência da doença. ..Nunca mais tive paz..Tenho dores terríveis a te hoje. .QUE DEUS NOS AJUDE…Abraço a todas. .

    Comentário by Lucia Vieira — 26 de novembro de 2015 @ 12:26

  • VEJAM ESTA REPORTAGEM DDE ALGUÉM QUE SOFRIA MUITO COM A FIBROMIALGIA.
    ELA FICOU LIVRE DAS DORES QUE SENTIA.

    https://www.youtube.com/watch?v=19BuEy0LPro

    Comentário by Valéria de Oliveira Botelho — 26 de novembro de 2015 @ 18:38

  • Gostei muito da matéria valorizando o nosso sofrimento.Hoje os médico não dão a devida atenção aos portadores dessa síndrome.Meu médico é o exemplo de humilhação e descaso .Tenho essa síndrome a mais de 8 anos e até hoje não parei de sentir dor …tem dia que penso como posso suportar tanta dor assim e começo a chorar .Mas tenho muita fé em meu Deus que me carrega no colo e uma neta e filha que me ajuda a viver .Hoje estou sem médico e sem medicamentos.Sou de Londrina P.r o medico do Inss aposentatou e até agora não colocou outro no lugar isso já tem um ano ou mais já perdi a conta .Todo os relatos que aqui foram feitos me identifiquei com todos .Gostaria de receber todas as matérias que venha me da qualidade na minha vida e me sentir uma pessoa melhor e pelo menos passar algumas horas sem dor .Obrigada por tudo e por dar atenção sessa síndrome que apavora todas nos .

    Comentário by RoseGostei — 26 de novembro de 2015 @ 20:55

  • Tenho essa doença, e passou a evoluir p artrite reumática e uma dor horrível q so no toque doi. Estou em tratamento mas essas mudanças de temperatura aqui no sul me deixam pior ……. Fazendo tratamento para conviver com isso afff…..

    Comentário by janice — 27 de novembro de 2015 @ 4:13

  • Procurem sobre a METAFÍSICA da doença. Aí vocês vão saber como lidar com ela.
    Boa sorte a todos.

    Comentário by Ana — 27 de novembro de 2015 @ 7:30

  • O segredo da cura é a Cura da alma.Alma ferida corpo doente,so o Espírito Santo é capacitado a mergulhar nas profundes da alma e te disser o porque vc está neste estado.E te mostrar o caminho das pedras.Parece filosofia barata mas nao é, creia acredite, pergunte a ele, e o melhor diagnostico terá.

    Comentário by candida sinara — 27 de novembro de 2015 @ 10:00

  • Tenho tbm a fibromialgia; descobri a dois meses e faço tratamento c/médicos q ñ encontraram caua alguma! Fiz mts eames e até agora nd! Estou fazendo tratamento espiritual no grupo espirita q frequento. Tomo remédios de farmacia e naturais; melhorar é mt raro, mas, acontece de vez em qdo! Ñ procurei psicólogos pq já fiz tratamento c/alguns e saio sempre pior do q entrei nos consultórios! Sei q a causa dessa doença é de fundo psicológico pq, além de já ter vivido situações de estresses terríveis, estou vivendo de nv esse tipo de coisa! + assim c/superei graças a ajuda de m/familia, amigos e principalmente da fé q tenho, vai passar!
    Guaxupé-28.ll.l5
    OBS. Gostei do artigo,parabéns!

    Comentário by Luzia Epifânio — 29 de novembro de 2015 @ 12:43

  • Gostei muito do que li aqui me indentifiquei muito com tudo, ja faz um ano que tenho sentido dores pelo corpo e muita fadiga ,cansaço intenso insonia e muita tristeza e faz um mes que levei um tomo e machuquei a coluna e isso só agravou o que eu sentia , agora eu não tenho vontade nem de sair da cama vou trabalhar pq sou responsavel por tudo aqui na minha casa. Tenho sofrido muito com isso, hoje eu vou a um reumatologista.

    Comentário by Aparecida Brito — 30 de novembro de 2015 @ 2:30

  • Sou profissional da saúde,atendo ás vezes pacientes com fibromialgia,tenho aprova e certeza que não é fácil para os portadores.
    Peço encarecidamente,que os familiares e amigos tenha um pouco mais de paciência com os portadores,dando apoio emocional,carinho e principalmente respeitar a dor do paciente,porque não moleza não.Muitos relatam que isso não coisa deste mundo….mas com Deus essa batalha será vencida.

    Comentário by Jurandir Vieira — 30 de novembro de 2015 @ 7:46

  • Ha cerca de 12 anos fui diagnosticada com fibromialgia, sofria muito com as dores, até que o segundo reumatologista que eu fui, disse-me que eu estava com falta de minerais no organismo, que enquanto eu não fizesse a reposição, nenhum medicamento iria me ajudar. E assim foi feito ele me prescreveu a receita, mandei manipular e desde então nunca mais entrei em crise de dor. Meu tratamento consiste em tomar cymbi diariamente e fazer atividade física 2 cezs por semana. Percebo que quando fico mais tensa, ou exijo mais do meu corpo as dores aparecem, quando isso acontece tomo um mioflex a e me passa. Psso dizer que nos ultimos 8 anos tenho tido uma vida praticamente normal.

    Comentário by Marli Vicentim — 30 de novembro de 2015 @ 18:09

  • Tenho 30 Anos e a 3 descobrir ser portadora do fibro após vários exames descartando qualquer outra patologia.
    Tomei por 2 anos e meio amitril 25mg e miosan 10mg, mas duas vezes na semana estava no soro com Tramal, até meu médico me receitar tramal pra tomar em casa mesmo…não foi nada fácil. Graças a DEUS no ultimo a mídia vem divulgando muito sobre esta sindrome, então as questões familiares, amigos e conhecidos tem sido mais fácil, pois até então eu era vista como louca, que inventava dores e por muitas vezes senti dores insuportáveis sem falar pra ninguém até cair e não conseguir levantar.
    Há 2 meses passei pela experiencia de conhecer um NATUROPATA e IRIOLOGISTA, que me recomendou uma dieta alimentar com regras e horários até para beber água, complementos vitamínicos, remédios naturais fitoterápicos e chás.
    Graças a DEUS isso tem me trazido muitos resultados, comecei o tratamento em 10/10/15 e não precisei ir no hospital nenhuma vez.
    Suco de melão, suco de limão com couve e água de coco, caminhada de 30 minutos de manhã e de tarde, almoçar sem tomar liquido, dar um intervalo de 5 horas entre café, almoço e jantar, um copo de suco de laranja natural antes de dormir….coisas simples.
    Espero que essas dicas ajudem vocês também.

    Abraços.

    Comentário by Michelle — 1 de dezembro de 2015 @ 8:39

  • Sou portadora de fibro a mais de 8 anos, me identifiquei com os casos relatados acima, já passei por todos os tipos de tratamentos acima mencionados e todos esses remedios ja tomei, faço tratamento com medica especialista em dor, faço acupuntura, tomo tramal de 8 em 8 horas, tomo lyrica de 150mg de 12/12 e assim vou sobrevivendo.

    Comentário by Nilza Maria de oliveira Santos — 3 de dezembro de 2015 @ 8:52

  • todas estas pessoas que tem fibromialgia pode procurar algus terapeuta do bio Magnetismo que será tratados pois já tem muitos casos de curas completa Para saber mais procura no GOG com o nome de BIO Magnetismo do Dotor Goiz Duram

    Comentário by Izabel — 8 de dezembro de 2015 @ 13:06

  • Artigo excepcional! Infelizmente para nós que sofremos com essa doença e um calvário, pois até encontrar um bom médico com especialidade certa, sofremos horrores. “GENTE PROCUREM UM REUMATOLOGISTA”, essa é especialidade certa de um médico para nós que sofremos absurdamente dessa doença. É triste, mas os médicos de outras especialidades não acreditam nas nossas dores apavorante… No mais é fé em Deus. Abraços.

    Comentário by Cláudia — 20 de dezembro de 2015 @ 19:39

  • Li o artigo e reli o artigo como todos os comentários. Cheguei à conclusão que a medicina precisa avançar muito, ou será o ser humano deve avançar nas duas mentalidades? Concordo com todos os comentários, todavia a Claudia esclareceu muito bem: “Gente procurem um reumatologista”. Minha mãe sofre dessa doença e sei que é assim, não dão atenção a casos, quando não encontram feridas, machucados… Isso é descaso! Sr.s e Sr.as da medicina mudem suas linhas de raciocínio junto com a sensibilidade. Não afirmem ou tratem com descaso o que vocês não sentem e não têm interesse em estudar para dar apoio ou encaminhar um paciente para o médico certo. Desabafo.

    Comentário by Sinatra Zainon — 23 de dezembro de 2015 @ 18:29

  • li a materia e os depoimentos me identifiquei mto , pois sinto mtas dores principalmente quando o stress e mto grande, acredito tb ser uma doença da alma, somente Deus para nos libertar!

    Comentário by Rai — 28 de dezembro de 2015 @ 12:38

  • PARABÉNS PELO EXCELENTE ARTIGO. FIBROMIALGIA DOENÇA DA ALMA. SOU ACUPUNTURISTA E PSICÓLOGA E ATENDO COM UMA CERTA FREQUENCIA PESSOAS QUE SOFREM DESTE MAL, VEJO O QUANTO É DIFICIL ENFRENTAR A DOENÇA, E PERCEBO TAMBÉM QUE APÓS UMA FRAGILIDADE EMOCIONAL A CRISE GERALMENTE ACONTECE. TENHO TRABALHADO COM ESSAS PESSOAS USANDO O BIOMAGNETISMO, QUE É UMA TERAPIA COM IMÃS, TENHO OBITIDO ÓTIMOS RESULTADOS, O QUE ME DEIXOU MUITO ANIMADA, ENTAO PARA AQUELES QUE GOSTARIAM DE CONHECER A TERAPIA BIOMAGNETISMO, BUSQUEM NA SUA CIDADE UM TERAPEUTA QUE POSSA FAZER ESSE TRABALHO COM VOCE. EU MORO EM JOAO PESSOA-PARAIBA. A QUEM INTERESSAR MAIORES INFORMAÇOES; FACE FLOR DA PELE CENTRO DE ESTETICA SAUDE E ACUPUNTURA.

    Comentário by VANIA GORETTI DE A PIMENTA — 5 de janeiro de 2016 @ 17:10

  • Fui diagnosticada com fibromialgia em 2003 acordava com dores no corpo e sempre cansada .com serteza a causa é um estres constantes por viver com um bipolar que fez da minha vida um inferno .o sono e de má qualidade e o corpo não descansa se transformando numa doença crônica .tomo apraz ,sertralina ,faço pilates e massagem .me livrei do bipolar e tento viver uma vida normal na medida do possível.

    Comentário by Regina — 8 de janeiro de 2016 @ 22:54

  • Excelente matéria sobre a FIBROMIALGIA! Sou portadora dessa síndrome e identifiquei-me com vários dos depoimentos acima: grande ansiedade, tristeza infinita, fadiga, cansaço, insônia, dor de cabeça, stress, depressão e muita dor. E é uma dor REAL, sim. Muitas vezes, chegado a sentir “dó” de mim mesma. DOR FÍSICA e PSÍQUICA. ? Bom seria, se já tivesse o tratamento adequado…

    Comentário by Vanda de Freitas Bezerra — 9 de janeiro de 2016 @ 18:42

  • Parabéns pelo artigo esclarecedor.Li os comentários também pois sofro dessa síndrome há anos só com fé em Deus para seguir em frente.

    Comentário by Ana Juncoski Machado — 11 de janeiro de 2016 @ 0:17

  • Eu não sabia o que tinha vivia com dor fazia exames e nada até que a 2 anos veio o diagnóstico.
    Hoje faço fisioterapia e tomo vários remédios pois além disso tenho depressão e ansiedade,a dias que passo bem mais quando estresso a dor vem com fé e vontade.
    Depois que perdi meu pai minha vida mudou muito isso abalou minha estrutura, graças a Deus tenho minha filha e graças a ela que estou de pé.
    Ninguém entende o que se passa com quem tem essa doença, sou casada e garanto se meu marido compreendesse um pouco do que eu passo e me ajudasse seria mais fácil mais ao contrário como não entende as vezes ajuda a piorar.
    A maioria que tem essa doença são mulheres por terem muitas responsabilidades e trabalharem tanto fora como em casa. Isso desgasta o nosso sistema nervoso onde nos deixa vulneráveis a doenças como essa .

    Comentário by Nadia — 11 de janeiro de 2016 @ 18:02

  • Viver com dor, não é vida…
    Graças a Deus já existem terapias para alívio de dor da Fibromialgia e de outras doenças…
    Fui agraciado por Deus por conhecer e estudar essas terapias proporcionando qualidade de vida para as pessoas…
    Quem quiser conhecer melhor, envie um e-mail para kito_mendes@hotmail.com que passo maiores detalhes.

    Comentário by Marcos Mendes — 12 de janeiro de 2016 @ 8:09

  • Muito interessante o site. Mas minha reclamação são essas dores. Quando tive uma crise de dores nas costas, o médico me indicou desse colchão terapêutico . Alguém aqui conhece? Ouvi dizer que cuida até insonia.

    Comentário by Lise — 12 de janeiro de 2016 @ 14:56

  • Ha mais de 3 anos sinto todos esses sintomas. E esse artigo me ajudou muito.ja havia cogitado a ideia mas resistia.uma vida de stress nervoso seguida de depressao logo depois as dores sem causa aparente..as informações me ajudaram bastante.

    Comentário by raimunda coelho da silva — 12 de janeiro de 2016 @ 22:01

  • Sou portadora desta síndrome a mais de 10 anos. Tenho em todos os pontos dos músculos e aguda. Fiz tratamento no início com uma reumatologista,que me pôs a parte sobre a fibromialgia. As medicações para me manter aliviada durante o dia e a medicação a noite para dormir estavam me fazendo muito mau em relação ao meu dia a dia. Resolvi parar com a medicação do dia… e logo após com a da noite. foi muito difícil no começo. Mas tive que fazer uma escolha e resolvi que tinha que lutar contra estas dores sozinha. já fazem mais de 9 anos sem medicação regular, a algum tempo atrás senti necessidade de tomar os remédios por uns 2 meses, mas novamente parei e estou muito bem assim. Não quer dizer que não tenho mais dores , mas aprendi a ignorá-las com atividades constantes, caminhadas e mantendo minha fé em Deus ele que me fortalece a cada dia. O bom humor é que me faz driblar estas terríveis dores. Sei que venho de um histórico de fazes ruins de família,perdi meu pai quando era criança… casamento que não deu certo,e outras possibilidades que tenham me desencadeado esta síndrome. hoje sou feliz tenho minhas filhas lindas, novamente a vida me proporcionou conhecer um marido maravilhoso,nunca é tarde para encontrar a felicidade, até brinco e digo ele foi a cura de minhas dores.Minha vida hoje se baseia em gratidão a Deus por tantas conquistas pessoais.

    Comentário by Ana Cristina Gonçalves Marques. — 13 de janeiro de 2016 @ 22:12

  • A fim de contribuir com a publicação muito bem fundamentada nas pesquisas feitas até aqui , gostaria de confirmar alguns pressupostos sobre a fibromialgia os quais senti muito intensamente:
    Eu era uma mulher extremamente confiante e pró ativa.
    Estudava, lecionava muito, lia muito, realizava as tarefas de dona de casa. Sonhava e erera extremamente idealista. Fazia caminhadas e era extremamente perfeccionista com meus deveres profissionais , de esposa, mãe , filha e neta. Amava meus avós paternos com toda intensidade. Nunca consegui me perdoar por falhas que , talvez tenham magoado minha mãe que sempre foi muito castigada pelo meu pai que bebia muito. Aos dezenove anos casei com um policial civil cuja diferença de 11 anos de idadefez-me abrir mão de convívios com jovens da minha idade para conviver com os parcos amigos do meu esposo.
    A inexperiência aliada à juventude não me permitiram viver e amadurecer sem o meu consentimento. As brigas de meus pais . Os sintomas sinalizados foram todos vividos por mim. Depois de 14 anos fe tortura,
    Descobri a causa das dores. Agora estou com meus

    Comentário by Aline Delwing Pedroso — 20 de janeiro de 2016 @ 0:42

  • Sofri muito com meu casamento e depois vai o e motos de meus pais e irmãos e apareceu A FERA!!!FIBROMIALGIA. Sofri demais muita dor.depresasao emfim morri pra vida. Porém lembrei so tenho Deus e eu e não quero morrer e procurei um neurologista e já não aguentava mas remédios. Hoje faço academia. Pilates e caminhada e dou quase Boa. ..abandonei os remédios e estou felz

    Comentário by Francinete Andrade — 20 de janeiro de 2016 @ 0:59

  • Sou Pastor e, sabendo que a palavra tricotomia tem um significado ligado à Medicina, assim como à Teologia ao definir a composição do ser “homem” ou ser humano: corpo, alma e espírito.

    No contexto alma, a ela pertencem o entendimento, a emoção e a sensibilidade, que terminam com a morte. Este é o entendimento dos tricotomistas. Existe outro entendimento denominado “dicotomista”.

    Não quero compartilhar ensinos teológicos ou afins, apenas compartilhar as experiências vividas em nosso lar, o qual já somam 13 anos. Certamente esta enfermidade é da ALMA, está alojada na emoção, no sentimento, na parte sensível do nosso ser.

    Minha Esposa (Rosi), sempre foi saudável quando, aos 37 anos recebeu uma noticia relacionada a nossa filha primogênita que tinha 15 anos: “A sua filha está grávida”. Mesmo sabendo que este tipo de noticia é tão “comum ou normal”, o sonho da minha Esposa era outro relacionado às nossas Filhas.

    Me lembro ainda hoje que, com lágrimas, soluços e em meio a um sofrimento apenas seu, minha Esposa ao se deparar com nossa Filha após o anuncio da sua precoce gravidez, ela disse: “Minha Filha, por que você me traiu?”

    A Rosi, a partir dese momento nunca mais foi a mesma. Mesmo tendo liberado perdão, abraçado e amado ainda mais a nossa Primogênita e, ainda que o nosso Neto é uma benção em nossas vidas, a ALMA da Rosi foi afetada, foi ferida, despedaçada.

    Alguns dirão que o que ocorreu em nossa família não seria para tanto. Só que a Rosi não estava preparada para aquela situação devido sua confiança em nossa Filha, pelos ensinos e exemplos que sempre procurou-se dar.

    Todos os tipos de remédios, exames, dos mais simples aos mais complexos, os vários caminhos percorridos em busca da cura ou quem sabe amenizar-se a dor. Fizemos e buscamos sem êxitos.

    Foram noites e noites sofrendo calado ao lado da Rosi que “gemia” de dor, e não da dor física que de fato se manifesta, mas principalmente com a dor na alma. A Rosi, inclusive, precisou ser engessada nos seus dois membros superiores, tamanho eram suas dores.

    Buscamos ainda hoje o compartilhar com pessoas que vivenciaram traumas, choques e acontecimentos que marcaram de alguma maneira suas histórias. A busca pela cura da alma ainda persiste, porém, temos dia a dia aprendido que as dores não são meras subjetividades, elas são reais. Não serão diagnosticadas por exames ou qualquer meio existente ou que venha existir objetivando encontrar a “TAL DOR”.

    Deus, em sua infinita graça,misericórdia e amor pode deliberar a cura de imediato ou manter a dor para um aprendizado ainda maior ou até mesmo para ajudar-nos mutuamente através das inúmeras experiências compartilhadas.

    Parabéns pela matéria, por todos os que compartilharam através dos seus comentários e, possamos repassar ao maior número de pessoas a respeito da FIBROMIALGIA.

    Comentário by GILMAR — 28 de janeiro de 2016 @ 16:45

  • Após sentir diversas dores no corpo, recorri a diversos profissionais da saúde, ortopedista,fisioterapeuta e outros.
    Após exames de imagem, algumas vértebras já gastas, hoje com 64 anos, o tempo se incumbiu de desgastá-las.
    Fui recomendado a fazer aulas de pilates, pratiquei 3 anos, o resultado foi o mínimo, fiz um período de natação, acumpuntura, e resultado pequeno. Recentemente retornei a academia para fazer musculação devido a perda de peso muscular.
    Resultado eu mesmo me diagnostiquei, minhas dores são musculares, perda de elasticidade nos músculos e me enquadrei na linha dos que sofrem de fibromialgia.
    Recentemente fui a um ortopedista que me recomendou fazer natação, até o momento não atendi, porque não obtive resultado positivo anteriormente.
    E o que fazer com essas dores lombar? Eis a questão, estou à busca de resposta. Por enquanto vou me elastecendo ao amanhecer do dia e dando graças a Deus por ele me sustentar.
    Mas, se você souber de algo que venha a aliviar as dores fico no aguardo. Recentemente uma amiga me recomendou fazer uma série de Homoterapia.
    Itamar Ribeiro

    Comentário by Itamar Ribeiro de Souza — 31 de janeiro de 2016 @ 20:50

  • Em primeiro lugar, quero parabenizar a autora deste artigo, recheado de grandes informações sobre a fibromialgia. A autora foi feliz ao dar o título certo a um assunto tão sério. Sou mais uma no universo da fibromialgia. Doença que é tratada com total descaso pelos médicos!!! Li todos os comentários e fico muito triste por mim e por todos os que caminham com esse peso na alma. É dor que não acaba mais, é dor que ninguém consegue dimensionar. Àqueles que sofrem da fibromialgia, se isso pode ajudar, a única especialização em medicina que escuta a nossa queixa é a reumatologia, por isso procurem um reumatologista, o resto costumam falar que não é tudo isso que eu e vocês falamos. É triste demais, pois já chorei demais com o descaso assistido pelos médicos que procurei para me ajudarem nesta doença. Hoje faço terapia, uso de remédios receitados pelo meu médico reumatologista, faço hidroginástica, alongamento com uma professora de educação física e sigo minha vida com um alívio quase que 80% do que sentia antes.

    Comentário by Laura — 7 de fevereiro de 2016 @ 0:16

  • Quem quiser participar do grupo de fibromialgia, me mandem mensagem
    092 99277 7682

    Tem tanto grupo Feminino quanto masculino.

    Comentário by Álvaro Aires — 10 de fevereiro de 2016 @ 19:58

  • Bom sou portadora de fibro á uns cinco anos,desde de então minha vida não foi mais a mesma, sempre com muitas dores eu já não conseguia me manter em nenhum emprego pois começava bem mas dentro de pouco tempo eu já estava insatisfeita com o trabalho, os colegas de trabalho também eram um tormento eu não conseguia um bom relacionamento com eles e por fim eu acabava por desistir do emprego, bom agora depois do diagnostico é que eu decobri o porque de tanta irritação e tantas dores,mas só hoje recebi um e-mail de minha filha que mora na Austrália me falando sobre esse artigo li e adorei a matéria e os comentários foi de extrema ajuda muito obrigada.

    Comentário by Suely Prata Santos — 12 de fevereiro de 2016 @ 6:47

  • Descobri há um ano que tenho fibromialgia e e minha vida mudou demais sou professora e não To conseguindo desempenhar minha função no trabalho pois passo o dia todo em sala de aula com 30 crianças quando chego em casa so consigo ficar deitada nao aguento mais as dores e os remédio me deixam dopada ai não consigo dar aula. Não sei o que faço.

    Comentário by Ada — 13 de fevereiro de 2016 @ 18:19

  • Tenho 3 pacientes portadores de Fibromialgia que são tratados com Thetahealing e algumas outras técnicas em meu consultorio. O estado deles é uma melhora de 80%

    Comentário by Gisele di Rufino — 14 de fevereiro de 2016 @ 7:14

  • Tenho Fibromialgia á 25 anos dores em todo corpo, mal estar desânimo, cansaço, fadiga. nem um remédio me ajuda. Queria muito que tivesse um profissional médico, que pudesse me ajudar. Já consultei reumatologista, psiquiatra, e vários. É quase impossível conviver. Faço exercícios tomo ansiolítico, mas sem resultado. Muita ansiedade.

    Comentário by Glasi bresciani — 14 de fevereiro de 2016 @ 16:37

  • Descobri que sou portadora da fibromialgia. A primeira vez que li este artigo está fora do Brasil. Fui fazer uma viagem para descansar e divertir, mas passei por terríveis dores, resultado fiquei mais deitada tomando remédios para sanar as dores no corpo inteiro. Desesperada passei a buscar o que seriam aquelas terríveis dores que naquilo que era para ser um passeio foi um inferno! Comecei a ler sobre o que seriam tantas dores no corpo??? Depois de ler e buscar entrei em uma rede social e descobri por um contato da minha rede social este assunto tão completo sobre fibromialgia. Daí em diante procurei um especialista reumato para saber se era possível que eu tinha esta doença, e fui diagnosticada com fibromialgia. Estou em tratamento médico, fazendo análise, é atividade física que o meu médico me indicou. Hoje estou aqui para falar que foi por esse assunto que pindobas fibromialgia que estou bem melhor, quase 90%. Parabéns, Luzziane por seus artigos. Continue a ajudar como psicanalista, escritora, sou hoje uma admiradora do seu profissionalismo. Abraços!

    Comentário by Bernarda — 14 de fevereiro de 2016 @ 18:37

  • Apometria

    Comentário by Vânia — 14 de fevereiro de 2016 @ 22:17

  • Também sou portadora da famosa fibromialgia! Já são 18 anos que convivo com ela. Tenho 38 anos. Já cheguei a tomar 11 comprimidos ao dia. E passava muito mal do mesmo jeito. Um dia cansei. Procurei um médico de minha confiança; que não é reumatologista. E disse; a ele se poderia assumir meu caso. Disse; podemos tentar. Hoje tomo 2 comprimidos e sou uma pessoa muito ativa. Corro todas as manhãs e a noite faço exercicios aeróbicos em uma academia. Tenho vida sócial. Bebo rs claro socialmente. Mas me propus a fazer o comentário aqui para dizer que: tudo que é negativo de situações no nosso cotidiano, fará mal ao fibromialgico. Então tente se manter com gente alegre, positiva faça exercícios que aqueçam os músculos e terá uma melhor qualidade de vida! Beijo no <3 de todos!!!

    Comentário by Eliane — 15 de fevereiro de 2016 @ 13:20

  • Olá pessoal meu tio e minha sogra vivem com essa patologia a princípio meu tio foi operado com ernia de disco senso implantada uma placa de titânio mas o que só piorou o modo de vida dele ele vive diariamente com dores fortes e crises que não param como pode algo chegar a transformar.a vida de uma pessoa tao inútil ouvimos vários preconceitos da nossa próprio familia que ele e viciado em medicamentos mas venho deixar aqui meus apoio e estimo melhora a todos que nosso senhor Jesus Cristo possa aliviar suas dores corpóreas

    Comentário by Nayara — 18 de fevereiro de 2016 @ 8:51

  • Nao acho que seja doença da alma. Doença da alma e depressão.

    Comentário by Alba — 21 de fevereiro de 2016 @ 22:48

  • Assunto muito bom. Não só li o assunto sobre a penosa fibromialgia, mas também li todos os comentários. O tema está corretíssimo!, esta síndrome pode ser mesmo a doença da alma. E posso explicar por quê? Assim como a depressão não tem localização, respondendo ao último comentário que está acima do meu da Sra Alba, como profissional da área médica e te digo: quem tem depressão pode sair dela e nunca mais voltar, mas quem tem fibromialgia não tem cura. Parabéns, a autora. ????

    Comentário by Julio César — 22 de fevereiro de 2016 @ 0:04

  • Socorro, gente!! Não tô aguentando mais viver com a fibromialgia. As dores do corpo e da alma não passam mesmo com os tratamentos. Socorro. Socorro. Socorro…

    Comentário by Danielle — 24 de fevereiro de 2016 @ 12:43

  • O artigo e ótimo!!! Só precisava ser de conhecimento público e principalmente dos que nos discriminam por acreditar que não temos nada ou que é ‘ frescura’ nossa. Depois de conhecimento15 anos sofrendo o que sinto falta de condições de arcar com os tratamentos complementares que precisamos para melhorar um pouco a nossa qualidade de vida. Hoje além de um medicamento pra dormir que nem sempre funciona tomo Cymbalta 60mg a mais de 4 anos , quando saiu o similar foi um alívio para o bolso que durou apenas 4 meses pois voltei a piorar ….. tive que voltar a tomar o Cymbalta e melhores novamente…. Às limitações no dia a dia doem realmente a Alma!!!!!!

    Comentário by Claudia Aguiar — 25 de fevereiro de 2016 @ 12:26

  • […]  Fonte indicada: Luzziane Soprani- Blog oficial […]

    Pingback by Fibromialgia: a doença da alma — 30 de março de 2016 @ 21:21

  • ESTE ARTIGO TEM AJUDADO A TANTAS PESSOAS A ENTENDEREM ESSA DOENÇA, QUE JÁ EXISTEM PESSOAS COPILANDO O SEU ARTIGO DRA LUZZIANE, E SE INTITULANDO COMO SE FOSSE DE PRÓPRIA AUTORIA. FIQUE DE OLHOS BEM ABERTOS, POIS ISTO É CRIME. A SRA ( AGLAIR GREIN ) COPILOU PARTES DO SEU ARTIGO E NÃO LHE DEU OS DEVIDOS CRÉDITOS, DANDO A ENTENDER QUE O ARTIGO É DELA. SE PRECISAR ESTOU A DISPOSIÇÃO. SOU ADVOGADA E DEIXEI MEUS CONTATOS. ABRAÇO.

    Comentário by Cláudia — 7 de abril de 2016 @ 11:42

  • Pessoal,

    Sou psicanalista e tenho vários clientes com essa síndrome. As dores são muitas (maioria psicossomáticas) e os pacientes muitas vezes buscam curas milagrosas e rápidas.

    O problema é da alma (da psique). Fatores como dissabores, estresses e vida sexual apática são talvez as maiores causas da fibromialgia.

    Ela ataca pessoas tristes,infelizes, sem amor e carinho. Pessoas solitárias e sem esperança.

    A cura está em vc mesmo. Faça uma terapia / análise e tente entender o seu interior e verás que as causas está no seu modo de viver e se relacionar!

    Comentário by José Renato - Mariana (MG) — 17 de maio de 2016 @ 15:52

  • Sofro dessa síndrome há 10 anos. Foi minha cardiogista que me orientou a procurar um reumatologista. Foram tantas idas ao hospital com a sensação de que iria morrer de tanta dor, tanta tristeza por não ser compreendida… tanta dor… há 2 anos tive a última crise desesperadora em que eu pedia pra Deus me levar embora pq não aguentava mais. Faço terapia, passo a casa 40 dias na psiquiatra e 3 meses no reumatologista. Tenho sorte de ter 3 profissionais que cuidam de mim sem que eu me sinta como mais “uma” paciente. E isso é reconfortante pq posso contar sempre com eles. Já fiz fisioterapia, acupuntura, hidro, rpg, massagens e infelizmente sou reticente em fazer exercícios. Aprendi que não devemos esperar apoio e compreensão pois essa doença, que realmente julgo ser da alma, deve servir para olharmos pra nós e começarmos a cuidar da melhor maneira possível do nosso corpo e da nossa alma. E bola pra frente!

    Comentário by Luciana Matos — 19 de maio de 2016 @ 0:43

  • Olá caros colegas…

    Estamos sofrendo do mesmo problema, acredito mesmo que é uma doença da alma. Vou ser breve no meu relato.
    Após passar por muitas preocupações no trabalho e na vida pessoal, passei a sentir dores horrendas nos ombros, parecia que eu estava levando 3 vezes ou meu peso em cima das costas, passei por vários médicos, fiz vários exames, e nada foi descoberto. Hoje passei com um Reumatologista, no qual me afirmou o que eu já imagina, fui diagnosticada com fibromialgia. Me indicou formulas com vários compostos, entre elas, antidepressivos.
    Hoje sei que a fibromialgia vc adquiri por querer carregar o mundo nas costas.

    Sem mais,

    Ju

    Comentário by Julianna — 1 de junho de 2016 @ 19:51

  • Sou portadora de fibromialgia sinto dores terríveis..mãos..pés.. braços..dedos.. pescoço..tomo calmantes pra,dormir junto com ametripitilina..e predabaliba..mesmo assim não para essas dores..vou sempre ao hospital tomar soro..os músculos ficam parecem encolhidos..dores no seio esquerdo tudo dessa maldita doença acabou com minha vida..tive ela quando meu marido me traiu foi embora com outra e eu entrei em depressão pois amava ele muito por favor alguém pode me falar o que faço nossa até pra fazer serviços em casa tenho câimbras nas mãos..e isso quando sinto formigentos em mãos e pés não aguento mais meu zap e 988770797 o dd e 35 moro em guaxupé..mg..grata

    Comentário by Rosana — 6 de agosto de 2016 @ 15:30

  • Boa tarde a todos fibromiálgicos, tenho 51 anos de idade e há oito meses fui diagnosticada com fibromialgia…no início as dores pareciam que eu estava ” infartando”, dias e vindas nos Prontos Socorros, eram feitos vários exames , porém nenhum deles era conclusivo…o próximo passo foi consultar um ortopedista que me receitou vários remédios, dentre eles o Tramal…sem melhora…e as dores , formigamento nas mãos e pés, pressão arterial alta, caimbras…outro passo, em consulta com a minha médica psiquiatra , relatei a ela minhas dores constantes, irritabilidade, sono não reparador, consulto com a psiquiatra, pois tenho depressao e síndrome do pânico…ela ouviu minhas queixas e respondeu:- temos que mudar os remédios…então comecei a tomar VELIJA e o DORENE e orientou que eu procurasse um reumatologista…lá fui eu em busca deste profissional , entrando no consultório deste profissional, ele me perguntou? Qual é sua profissão ? E eu respondi:- sou Escrivã de Polícia, e ele logo disse, onde sente as dores, e eu relatei, o médico fez o exame clínico no consultório e diagnosticou fibromialgia e disse mais, você é muito ansiosa. Disse mais essa doença não tem cura , mais podemos aliviar seu sofrimento…receitou uma injeção de Duoflan que tomo de quatro em quatro meses e uma fórmula Diacereina+Predinisona, e Dipirona+Paracetamol…sai do consultório do reumatologista com uma certeza, não sofria sózinha, e que este tratamento seria para sempre…Por ser funcionária pública fiquei afastada do serviço por causa dessas dores, quando ainda não tinha o diagnóstico, por cerca de seis meses no início deste ano…Foi quando eu disse para mim, você tem Deus, tem fé e vai sair dessa…voltei a trabalhar, há dias que as dores são insuportáveis e choro devido a isso…Acredito que temos que unir forças para juntos , procurar nossos direitos como fibromiálgicos…e falar para as pessoas que não sofrem dessa doença, que isso não é fraqueza, que isso não é corpo mole…há dias que me levanto com dor, tomo meus remédios e vou a minha luta…sei que não estou só é que os médicos psiquiatra e reumatologista me orientaram corretamente…também li a matéria da Luzziane e todos os comentários…senti que aqui é meu lugar e me sinto acolhida…Obrigada pela permissão de poder relatar meu sofrimento…porém friso…não estou só…24/09/16 Ana Luísa de Abreu…facebook:- Luana Abreu…Luz e Paz a todos daqui!!!

    Comentário by Ana Luísa de Abreu — 24 de setembro de 2016 @ 18:06

  • Esse email é do meu esposo, más em breve terei o meu; tenho 34 anos e até ter o diagnostico preciso sofri durante anos. Era uma pessoa ativa ,teabalg muito era sorridente e bem disposta,masisso acabou:dentre todos os sintomas tenho 90% deles.Infelizmente as pessoas desesclarecidas jugam muito os fibromialgicos e isso só piora a síndrome e aumenta o nosso sofrimento.Já passei por vários especialistas,fui chamada de bipolar,doida,preguiçosa,desanimada,hipocondríaco…Hoje tomo remédios para poder levar a vida a diante,pscicologo,psiquiatra,comecei dois cursos superiores e tive que parar pois dormia na aula a fadiga era crônica e diaria ,visâo turva,náuseas,dor de cabeça,não consigo escrever e tenho muita dor ao falar,sorrir e comer.Bom o que sinto vai muito além disso por isso contínuo depois e tenho que ouvir que não estudo porque não quero; só quem senti sabe….

    Comentário by Lilian gomes — 5 de fevereiro de 2017 @ 23:40

  • Eu tinha um quadro muito forte de fibramiogia. Depois de uma crise de estresse muito forte desenvolvi a doença dor assintomática. Mas eu depois de 4 anos sofrendo com o distúrbio da fibramiogia eu fiz uma descoberta, que a evolução intensa da fibramiogia e conforme a forma que eu usava meus pensamentos quando eu raciocinava com ansiedade com pressa as dores aumentavam mais rápido, mais fortes as dores aumentavam bem maais… aí eu comercei a perceber. Aí mudei a forma de usar os pensamentos, uso com calma, sutileza, sem pressa. Melhorei. Mas se eu me estressar ou ficar intolerante alguma coisa volta… Eu acho que a causa veio através de muito querer mental, meu exemplo, querer melhora rápido de uma cirurgia, querer ficar rico etc. Muitas pessoas querem antecipar o amanhã é acabam passando mal… O amanhã só pertence a Deus; nosso destino é a historia que Deus fez, so cabe a cumprir com a sua promessa.

    Comentário by Felipe do Nascimento Cardoso — 11 de abril de 2017 @ 17:35

  • Eu passei a desacreditar na medicina tradicional minha mae sofreu por anos de artrose e artrite era dores fortissimas e andava com muita dificuldade de acordo com a opiniao medica a cadeira de rodas seria ser sua companheira pro resto da vida. Eu nunca me dei por vencida Rezei bastante e pensei DEUS deixou as ervas para curar as enfermidades entao iniciei uma pesquisa constante e persistente Encontrei o remedio para minha mae e essa erva e milagrosa . comprei as folhas moidas de canela de velho vieram 3 pacotes e ela banhava suas pernas foram 3 meses ja no primeiro mes as dores aliviaram bastante e assim prosseguiu so melhora. Entao lhes dou um conselho NAO SE DE POR VENCIDO essa DOENCA TEM CURA FIROMIALGIA. entao continuei a pesquisa e descobri o FLORAL CANELA DE VELHO COMPREI para minha mae e para mim eTENHO uma OTIMA NOTICIA P VCs minha mae foi curada do estomago pois era muito restrito o que ela podia comer. Hoje ela come de tudo assim como eu que tinha o mesmo problema. Para a gloria de DEus.SITE onde vcs encontram o floral a loja do cha de aracaju. e a folha moida SITE caneladevelho.com.br no facebook MARIO AUGUSTO e que fornece

    Comentário by juliana — 21 de abril de 2017 @ 21:59

  • Algum dia antes eu sinto como meus olhos secos. Em seguida, repentino eu contato com o médico, ela me diz que estou sofrendo de fibromialgia. Estou tão chocado
    http://www.dailyhealtharticle.info/lidar-com-fibromialgia-e-ganhar-peso-todos-devem-le-lo

    Comentário by Rita B Beavers — 10 de maio de 2017 @ 17:53

  • Me desculpa José Renato, mas você foi bastante infeliz em seu comentário.

    Comentário by Vera Kalsing — 22 de dezembro de 2017 @ 20:05

  • O abuso é a principal causa da fibromialgia

    Comentário by juliana — 30 de dezembro de 2017 @ 6:47

  • Eu bem sei o quanto é difícil conviver com essa síndrome. São anos de sofrimento. Remédios e mias remédios, terapia, hidroginástica, pillates, academia, etc.

    Comentário by Gildete — 14 de maio de 2018 @ 0:27

  • Estoy encantado de encontrar blogs donde hallar informacion tan practica como esta. Gracias por poner este articulo.

    Saludos

    mallas ciclismo mujer http://www.sashafitnesswear.es/categoria-producto/mallas-ciclismo-mujer/

    Comentário by mallas ciclismo mujer — 15 de junho de 2018 @ 8:27

  • […]  Fonte indicada: Luziani Soprani- Blog oficial […]

    Pingback by Fibromialgia: a doença da alma — 21 de junho de 2018 @ 12:11

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