Artigo publicado em 30 set 2019 | Este artigo tem 0 Comentário

INTRODUÇÃO

O objetivo deste artigo é tratar da temática da co-dependência, ou seja, daquele que depende dos sentimentos do outro. A co-dependência é uma condição específica de âmbito psicológico, comportamental e emocional, que se caracteriza por uma dependência excessiva de um indivíduo em relação ao outro.
“De acordo com Oliveira (2004), a co-dependência consiste em depender da dependência do outro em relação a si mesmo”.

Muito se fala do dependente e isolam aqueles que estão próximos que recebem influências e sofrem constantemente por sustentar um relacionamento, que as fazem olvidar suas escolhas e prioridades. O co-dependente vive a partir da compreensão do próprio indivíduo que se relaciona – em relação aos seus sentimentos – como o mesmo os percebe e de que forma esses sentimentos determinam sua vida.

MECANISMOS ESTRUTURAIS

Neste estudo, busca-se os aspectos que emergem no processo de percepção do indivíduo sobre seu estado de co-dependência, bem como fazer-nos compreender algumas indagações sobre o indivíduo que sofre por ser enquadrado como co-dependente e a sua percepção a este respeito. De antemão, identifica-se a co-dependência como uma dificuldade no âmbito psíquico. Contudo, entende-se que a co-dependência esta relacionada, também, com as causas estruturais: neurológicas e psiquiátricas.

“O co-dependente não estabelece um vínculo com o outro, ele se aproveita. Portanto sofre e promove o sofrimento justamente por apresentar dificuldade em se relacionar com o outro”. (Zampieri, 2004b).

CO-DEPENDÊNCIA X COMORBIDADES X SOCIEDADE

A co-dependência não é um caso de fácil diagnóstico. Portanto, pretende-se através deste artigo amplificar o olhar dos profissionais, bem como da sociedade na tentativa de desenvolver órgãos especializados e capacitados, a promover atendimentos em regiões menos favorecidas, haja vista os indivíduos que se beneficiam de um bom tratamento, são àqueles que têm maior poder aquisitivo – ficando à sociedade menos favorecida economicamente, desprovida dos cuidados da saúde mental.

Muito se fala sobre a depressão, mas pouco se fala sobre a prevenção da mesma. A família é a base do indivíduo por natureza? Não necessariamente, haja vista muitas famílias se formam de maneira totalmente fragmentada emocionalmente. Dessa forma, a escola é o segundo lugar mais importante para o indivíduo se estabelecer. Porém, não é surpresa alguma, que a maior parte das escolas públicas são carentes até mesmo de material para aprendizado intelectual, assim, formamos uma sociedade totalmente adoecida. Família disfuncional. Escola negligente.
Vale ressaltar, no entanto, que, àquele que paga a sua própria terapia, está à mercê do outro, o menos favorecido, que ficou à mercê de uma sociedade sócio-político-econômica egocêntrica.

DEPRESSÃO

Embora no mês de setembro, celebra-se a campanha para a prevenção da depressão, inclusive, muitíssimo divulgada nas redes sociais, com postagens estratosféricas. No entanto, se não houver uma comoção de âmbito nacional, de forma a se estabelecer mecanismos de atuação concreta, os casos de co-dependência, seja ele sobre o tema do “Setembro Amarelo” e/ou outros temas relacionados as doenças psiquiátricas, onde o co-depende está imerso, porém, invisível, as campanhas ficarão somente no âmbito da teoria.

“Um ambiente perturbador ou em desordem é propício para a existência de um co-dependente, neste caso alguém é afetado por esta desordem e conseqüentemente passa a afetar os demais, e vice-versa. Assim como o ambiente sustenta o co-dependente, este próprio ambiente é o criador do co-dependente” (Ferreira, 2008). Trata-se de dependências paralelas. “Oliveira (2004) explica que o dependente desenvolve uma ligação incontrolável com o seu objeto de desejo e o co-dependente estabelece uma relação incontrolável de sujeição com o outro (dependente)”.

DA CO-DEPENDÊNCIA X COMPULSÕES X TRATAMENTOS

A co-dependência envolve inúmeras doenças, bem como vícios compulsivos: álcool, drogas, compras, sexo, furto, etc. Todavia, esse campo não será explorado, posto que o propósito neste artigo é atentar-se a temática concisa e específica da co-dependência. Deixaremos esse campo em aberto para uma discussão em um próximo artigo, com abordagem específica nesses tópicos.

DA TERAPIA

É muito importante uma equipe terapêutica como ativadora desse processo de competência social. Com todas as áreas de relacionamentos sendo atingidas, inclusive, fortemente a financeira – desencadeia-se muitos sentimentos negativos, bem como angústia, tristeza, medo, ou seja, sentimentos diversos de impotência. Portanto, uma equipe terapêutica, vem para auxiliar nas diversas situações que podem ser enfrentadas.
Sendo assim, fica claro a importância de tratamento para uma sociedade desamparada, uma vez que estão todos reféns uns dos outros.

CONCLUSÃO

Com esse círculo psicossomático, perigoso, exaustivo e interminável, chegamos a conclusão que: a co-dependência não se trata apenas do indivíduo, mas envolve a todos: à família, a escola, os mais próximos do convívio social do mesmo, que, conjuntamente, convivem com o medo, muitas vezes pelos próprios problemas atribuídos a sociedade, porém, co-dependente de sua própria omissão.

Autora, Luzziane Soprani

REFERÊNCIAS

Oliveira, A.P. (2004). Co-dependência é um distúrbio mais frequente do que se imagina. Folha de São Paulo. São Paulo, 12 de agosto de 2004.

Codependência – O Transtorno e a Intervenção em Rede. Editora: Agora, 2004, Zampieri, Maria Aparecida Junqueira

Ferreira, D.E. (2008). Alcoolismo e codependência: A interferência do alcoolismo na dissolução da relação conjugal. Trabalho de conclusão de curso (Monografia). Faculdade do Sul de Santa Catarina, Palhoça.

Artigo publicado em 31 ago 2019 | Este artigo tem 0 Comentário

INTRODUÇÃO

O Transtorno de Personalidade Borderline pode ser confundido com Depressão. Na realidade, a depressão é um dos sintomas que, mascaram inúmeras outras doenças, que, concomitantemente, a depressão está associada, mas, geralmente, só ouvimos falar na depressão, mascarando os demais sintomas e transtornos associados. No Transtorno de Personalidade Borderline, por exemplo, o sujeito tem emoções perturbadas, bem como comportamentos impulsivos e oscilação de humor.

Pesquisas afirmam que, o Transtorno Borderline é mais comum entre mulheres.
Ou então vejamos: a pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline sente tudo com maior intensidade. Se o Borderlaine discutir com um familiar e/ou um amigo, a situação não será resolvida com uma conversa. No entanto, para uma pessoa com depressão, a discussão pode desencadear apatia por um período curto de tempo, mas a situação será resolvida com uma conversa – esclarecendo o que não gostou – e, assim, se reconciliaram novamente. Já para uma pessoa Borderline, a situação pode parecer um terremoto. Motivada pela impulsividade que essas pessoas sentem, a reação pode se tornar exagerada, recorrendo até a automutilação.

Enquanto o sujeito com depressão fica mais fragilizado diante de algumas situações, o borderline costuma ser reativo. Eis um ponto expressivo entre ambos os transtornos.

“Reações exageradas – são frequentes em pessoas com esse transtorno – tornando isso um padrão comportamental, o que diferencia de comportamentos esporádicos.

O Borderline, conhecido também como: Transtorno de Personalidade Limítrofe (fronteiriço) se encontra no limite da fronteira entre a loucura e a sanidade. É um transtorno de personalidade em que a pessoa não consegue lidar de maneira adequada com seus sentimentos. No passado, o termo era conhecido como uma situação pré-esquizofrênica, sendo um limite entre a esquizofrenia (“loucura”) e a sanidade e/ou personalidade (“normal”). Com a evolução do diagnóstico, entendeu-se que eram transtornos diferentes, mas a nomenclatura continuou a mesma.

Segundo pesquisas, atualmente, existem cerca de 10 tipos de transtornos de personalidade diagnosticados. Esses transtornos possuem características comuns, como atitudes inflexíveis frequentes que causam prejuízos para a vida do Borderline.

“O Borderline pode trazer sintomas depressivos, o que pode levar a uma confusão no diagnóstico. Pessoas com transtornos de personalidade – em função do sofrimento que o transtorno causa – podem estar mais sujeitas a ter também a depressão. Entre as características do Transtorno Borderline estão a instabilidade — grande sensibilidade com oscilação entre a idealização, raiva, desprezo, impulsividade, esforços intensos para evitar o abandono, seja esse real ou temido – e, devido a esse medo, ter ideias paranoides, alucinações e momentos dissociativos”.

Outras particularidades do transtorno estão relacionadas à definição da autoimagem, comportamentos ligados à automutilação e ao suicídio e sentimento crônico de um vazio.

Embora possam ser confundidos, o transtorno de Personalidade Borderline é diferente do Transtorno Afetivo Bipolar. Para psiquiatras pesquisadores/estudiosos, a Bipolaridade é caracterizada por fases em que o paciente sente depressão, agitação ou impulsividade, enquanto o Borderline ocorre de maneira constante.

O Transtorno de Personalidade Borderline acomete de 1,5% a 3% da população, sendo mais comum entre mulheres e com a maioria dos diagnósticos realizados entre o final da adolescência e o início da vida adulta. Esse diagnóstico, geralmente, só pode ser confirmado, após os 18 anos, porque, entende-se que o sujeito esteja com sua personalidade formada. O diagnóstico, então, é realizado em clínica por meio do histórico do paciente. 

“Diferentemente de outros transtornos psiquiátricos, os transtornos de personalidade não possuem a característica de falta de substâncias neuronais e falha na recepção de serotonina (neurotransmissor que regula a sensação de bem-estar), como a depressão”.

As causas do transtorno são múltiplas, sendo mais frequentes em pessoas que sofreram traumas, como agressões, abandono e abusos (emocional ou sexual) ainda na infância.

“Segundo estudiosos, não há cura para o Transtorno de Personalidade Borderline, mas existe tratamento, sendo a psicoterapia obrigatória e medicamentos, como antidepressivos a estabilizadores de humor, recomendados de acordo com cada caso. O tratamento psicoterápico é fundamental para que o paciente possa ter controle emocional, além de ajudá-lo a amadurecer. “Ele consiguirá perceber e modular suas reações”.

O transtorno tende a melhorar com tais abordagens e com o passar da idade, podendo estabilizar em torno dos 40 anos. Porém, alguns sentimentos podem ser contínuos ao longo da vida, como a sensação de vazio, e podendo necessitar da continuidade do acompanhamento psicológico para a manutenção dos sintomas.

CONCLUSÃO 

Portanto, para ajudar pessoas com o Transtorno de Personalidade Borderline, é importante que amigos e familiares tenham conhecimento do comportamento e o nível de tolerância dos acontecimentos no cotidiano. Evidentemente, é importante demonstrar amorosidade, atenção e ter posicionamento firme, quando necessário.

REFERÊNCIAS

Autora, Luzziane Soprani

  • Fernandes, Fernando – Programa de transtornos do Humor – Instituto de Psiquiatria – HCFMUSP – Médico Pesquisador – Hospital das Clínicas de São Paulo
  • Bottura, Henrique Moura Leite – Compêndio de Clínica Psiquiátrica Colaborador nos capítulos – Impulsividade e Transtornos do Controle dos Impulsos e Transtornos de Personalidade.
Artigo publicado em 31 jul 2019 | Este artigo tem 0 Comentário


INTRODUÇÃO

Para a psicanálise, a dissociação é um mecanismo de defesa primitivo, para se evitar situações de estresse, principalmente situações de conflitos ou discussões. A dissociação, geralmente, ocorre entre mente e afeto.

DISSOCIAÇÃO NÃO PATOLÓGICA

Eventualmente, todos experimentamos falha na integração automática normal de memórias, bem como percepções, identidade e consciência. Por exemplo, uma pessoa pode dirigir para algum lugar e perceber que não se lembra de muitos aspectos do percurso em razão de preocupações com questões pessoais, um programa no rádio ou uma conversa com um passageiro. Especificamente, essa falha, chamada dissociação não patológica, não atrapalha as atividades do dia a dia.
Em relação, indivíduos com transtorno dissociativo podem se esquecer completamente de uma série de comportamentos normais que duraram minutos, horas, dias ou semanas e podem sentir falta de um período de tempo em suas experiências.

DISSOCIAÇÃO PATOLÓGICA

Nos transtornos dissociativos, a integração normal da consciência, memória, percepções, identidade, emoção, representação corporal, controle motor e comportamento é rompida, e a continuidade do self é perdida.
Indivíduos com transtorno dissociativo podem submeter-se consequentemente a:

Intrusões espontâneas na consciência com perda da continuidade da experiência, incluindo sentimentos de desprendimento do self (despersonalização) e/ou do ambiente (desrealização) e fragmentação da identidade. Perda de memória em relação a informações pessoais importantes (amnésia dissociativa)

ESTIMATIVA X PERCENTUAL DO TRANSTORNO DISSOCIATIVO

Não se sabe um número preciso de indivíduos que apresentam o transtorno dissociativo de identidade. Em um estudo de pequeno porte, cerca de 1,5% dos indivíduos apresentavam o transtorno em um determinado ano.

O transtorno dissociativo de identidade tem as seguintes formas:

Possessão X Não possessão.

Na forma possessiva, as identidades diferentes da pessoa aparecem na forma de um agente externo, que tomou controle da pessoa. O agente externo pode ser descrito como um ser ou espírito sobrenatural (geralmente um demônio ou um deus, que exige que a pessoa seja punida por ações passadas) mas, às vezes, é outra pessoa (normalmente alguém que já morreu, às vezes de maneira dramática). Em todos os casos, as pessoas conversam e agem de forma diferente da que normalmente fazem.

Portanto, as identidades diferentes são óbvias para as outros indivíduos. Em muitas culturas, estados semelhantes de possessão são uma parte normal da cultura ou religião local e não são considerados um transtorno. Em contrapartida, no transtorno dissociativo de identidade, a identidade alternativa não é desejada, provoca angústia e comprometimento substanciais e surge em horas e locais que são inapropriados para a situação social, cultura e/ou religião da pessoa.
As formas não possessivas tendem a ser menos aparentes aos outros. Os indivíduos podem sentir uma alteração súbita no senso de si próprios, às vezes sentindo como se fossem observados de seu próprio discurso, emoções e ações, em vez de agente.

CONCLUSÃO

Transtornos dissociativos frequentemente se desenvolvem depois de estresses opressivo. Esse estresse pode ser gerado por eventos traumáticos ou conflito interno intolerável. Transtornos dissociativos estão associados a transtornos relacionados a trauma e estresse; (transtorno de estresse agudo e transtorno de estresse pós-traumático), que podem incluir sintomas dissociativos (p. ex., amnésia, flashbacks, entorpecimento, despersonalização/desrealização).

REFERÊNCIAS

Manual MSD para Profissionais – Merck Sharp & Dohme Corp.
Manual MSD – Versão Saúde para a Família – desde 1899.

Artigo publicado em 30 jun 2019 | Este artigo tem 0 Comentário

INTRODUÇÃO

Atualmente, as pessoas têm mais medo de morrer do que no passado. O sujeito da era contemporânea busca incessantemente a fonte da juventude. Estamos vivendo com preocupação exagerada em relação ao envelhecimento – como se envelhecer fosse uma tragédia anunciada! E de pronto, as pessoas compram a fonte da juventude ofertada, inclusive, nas redes sociais. Acreditam com veemência, que se não fizerem os tratamentos anunciados como padrões da juventude pelos profissionais, sobretudo, da beleza estética, se tornaram seres feios, estranhos, repudiados, e não poderão competir junto a “indústria da beleza plástica, com a vida perfeita das mídias sociais”. O pavor de envelhecer soma-se ao medo de acidentes e doenças. É como se o mundo pudesse existir sem essas coisas.

Assim, a ideia de uma vida boa foi substituída pela de uma vida a ser invejada.
Hoje todos falam de sexo com naturalidade, mas ninguém diz nada realmente interessante. Há um diálogo estereotipado. E, apesar de adultos e adolescentes, conviverem com toda essa neurose – os exageros mais nocivos afetam diretamente as crianças, que estão sendo sensualizadas e expostas ao assunto muito cedo. Estamos cada vez mais infelizes e desesperados, com o estilo de vida que levamos.

Vemos, também, a banalização da tristeza provocada pela demanda da vida perfeita, ou seja, qualquer tristeza é chamada de depressão. Há uma epidemia de propagandas com foco na felicidade – ofertadas pelos inúmeros profissionais de coach. As crianças estão vivendo uma vida conectada e, assim, entram na corrida pelo sucesso muito cedo e ficam sem tempo para sonhar.

“No século 14, se as pessoas fossem perguntadas sobre o que queriam da vida, diriam que buscavam a salvação divina. Hoje a resposta é: “ser rico e famoso”. Existe uma espécie de culto que faz com que as pessoas não consigam enxergar o que realmente querem da vida”.

Os pais não conseguem pôr limites ao que a cultura sanciona. Por exemplo: alguns pais e cuidadores procuram fiscalizar a alimentação dos filhos, dizendo que é mais saudável comer verduras do que fast-food, enquanto as propagandas dão a mensagem transversalmente oposta. Na contrapartida da alimentação saudável, vemos muitas pessoas buscando a beleza de corpos esculturais, com dietas perigosas. O mesmo pode ser dito em relação ao comportamento sexual dos adolescentes. Muitos pais procuram argumentar que é necessário ter um comportamento responsável, enquanto a mídia diz que não há limites. Usando jargões, bem como: “Seu corpo, suas regras”.

“Precisamos” instruir as crianças a interpretar a cultura em que vivemos, ensiná-las a ser críticas, mostrar que as propagandas não são ordens e devem ser analisadas.”
“Uma coisa precisa ficar clara de uma vez por todas: embora reclamem, as crianças dependem do controle dos adultos. Quando não têm esse controle, sentem-se completamente poderosas, mas ao mesmo tempo perdidas. Hoje há muitos pais com medo dos próprios filhos”.

CONCLUSÃO

As pessoas não deveriam escolher a profissão, com intuito de enriquecer. A saúde mental e física deveriam ter preços baixos e o serviço, acessível. Ou ainda, a saúde básica não deveria ter custos para a população. A educação deveria ser a primazia maior do mundo, para que pudéssemos evoluir intelectualmente sem ideologias ditatoriais. Deve-se desconfiar de profissionais da saúde que fazem muitas propagandas para divulgar os seus negócios. Vemos uma competitividade acirrada entre profissionais da beleza estética, mas também, da saúde básica. A saúde não pode ser medida pelo padrão consumista, como, por exemplo, “se um produto é caro, então é bom”. As pessoas precisam de um espaço para falar e refletir sobre a própria vida.

REFERÊNCIAS

Autora, Luzziane Soprani
PHILLIPS, Adam – Louco para Ser Normal – C. Editora Zahar, 2005