Artigo publicado em 25 out 2016 | Este artigo tem 1 Comentário

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COMO É DIFÍCIL CONVIVER COM A DESONESTIDADE

Será desonestidade um desvio de caráter?
Vivemos em um mundo onde em qualquer lugar é muito fácil encontrar e perceber pessoas desonestas, seja em qualquer situação cotidiana presenciamos e vivemos cercados por desonestidade das mais variadas formas. Não podendo esquecer também aquele que rouba por um transtorno no controle do impulso. Ou seja, é desonesto por doença, dando-se o nome a isto como cleptomaníaco. (mais…)

Artigo publicado em 18 set 2016 | Este artigo tem 1 Comentário

 

 

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“A única anormalidade é a incapacidade de amar.” Anaïs Nin

O presente artigo tem por objetivo discorrer sobre a psicopatia. Assunto abordado em outros artigos nesse blog. Porém, um assunto sempre relevante e informativo. A psicanálise, por exemplo, não faz o uso da palavra psicopata, mas, sim, perverso que tem a mesma conotação, entretanto, perverso dá margem a muitas interpretações. No presente artigo, usaremos a palavra psicopata, que, na realidade, tem a mesma intenção, ou seja, elucidar esse transtorno de personalidade. (mais…)

Artigo publicado em 18 ago 2016 | Este artigo tem 2 Comentários

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“A beleza está além das palavras”. Rubem Alves

Você conhece o outro pelos atos e não pelas palavras ditas e/ou escritas. O sujeito pode falar e escrever uma “coisa,” mas fazer o inverso. Aplica-se a máxima: “Faça O Que Eu Digo, Mas Não Faça O Que Eu Faço.”

Sigmund Freud, em sua sapiência descobriu que não há mentira que, repetidas vezes se sustente, posto que hora ou outra caiará em contradição. O sujeito cairá no ato falho. A verdade cai do inconsciente, pois o consciente nesse caso é falho, ou seja, o consciente é apenas a ponta do iceberg. Assim, por mais “esperta” que uma pessoa seja – ela nunca terá o domínio do inconsciente. Aqui reside sua graça ou sua desgraça. Portanto, é quase “impossível” sustentar a mentira por um longo tempo.

“Pode-se enganar a todos por algum tempo; pode-se enganar alguns por todo o tempo; mas não se pode enganar a todos todo o tempo.” Abraham Lincoln

Segundo Carl Gustav Jung, todos nós usamos personas. Personas, são às máscaras que usamos. Exemplos são muitos: a persona da mãe, do pai, da esposa, do esposo, do filho, da namorada, do namorado, do amigo, do profissional etc.

Podemos chamá-las de “personas gratas”, quando desenvolvem o seu papel de forma coerente e justa. Em contrapartida estas mesmas personas citadas acima, podem ser “personas não gratas”, quando desenvolvem suas funções de forma incoerente, injusta e/ou perversa. A pensar nas leis impostas a sociedade. As “personas não gratas” não respeitam o próximo, logo, não respeitam e não cumprem às leis.

Sêneca assim descreve a parrhêsia: “Eu gostaria de deixar ver meus pensamentos, em vez de traduzi-los pela linguagem. (…) Acima de tudo, eu gostaria de te fazer compreender que tudo que me acontecer de dizer, eu o penso, e não apenas penso, mas amo. (…) O essencial é dizer o que se pensa, pensar o que se diz; fazer com que a linguagem esteja de acordo com a conduta.” (FOUCAULT, 2001a, p.384-385).

Os “dizeres” até então silenciosos, mas que não existiam, até serem ditos, até serem enunciados como “dizeres”, até serem “acreditados”, e que só tomam a forma de “dizeres” quando se condensam no caldeirão de forças transferenciais. Sedução indispensável para que se materialize o dizer verdadeiro, de alguém que crê no que diz e ousa dizê-lo, colocando-o, com isso, à prova da escuta e do dizer verdadeiro do outro. Todavia, faça o que for o melhor para você, se você fizer o melhor para você com consciência da verdade estará agindo com boa-fé – dará o seu melhor ao outro, sem sentir necessidade de encenar e teatralizar para forçar uma verdade. Sabe-se que não existe verdade encenada – a encenação parte de uma história contada que dá margem há muitas interpretações.

Lacan diz que o inconsciente é “o capítulo de minha história que é marcado por um branco ou ocupado por uma mentira: é o capítulo censurado. Mas a verdade pode ser reencontrada; na maioria das vezes já está escrita em algum lugar” (LACAN, 1998)

Referências:

LACAN, J. (1965). A ciência e a verdade. In: LACAN, J. Escritos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998.

Ágora (Rio J.) vol.7 no.1 Rio de Janeiro July/Jan. 2004

 

 

Artigo publicado em 31 jul 2016 | Este artigo tem 4 Comentários

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“Nós poderíamos ser muito melhores se não quiséssemos ser tão bons.” Sigmund Freud

Você já teve aquela nítida e desprazerosa sensação ao perceber que está se dedicando demais ao outro e esquecendo-se de si mesmo?

Geralmente, indivíduos carentes caem nessas armadilhas em todos os tipos de relacionamentos. E, quando percebem, já estão em um quadro destrutivo, onde a balança do amor próprio se encontra desequilibrada.

São infindáveis doações:
Filhos e suas demandas infindáveis, marido, mulher, namorado (a) e até mesmo ex-mulher e/ou ex-marido, que continuam a sugar os indivíduos doadores – como também -, aqueles parentes aproveitadores. As exigências no trabalho estão sempre crescendo, inclusive, necessita ganhar muito dinheiro para sustentar suas fraquezas, no caso, todos os argumentos citados acima.

Se duvidarmos da veracidade do nosso próprio amor, em que mais poderemos confiar? Mas, às vezes, a pessoa dá tudo que tem, faz tudo que pode, e, mesmo assim, tudo que doa ao outro não é nada diante do seu olhar.
Os indivíduos que se doam demais, pensam que por amar o outro, o outro irá amá-lo tanto o quanto. O que dificulta na mentalidade dos doares é a autoenganação. Os indivíduos que se doam demais têm à mente fantasiosa, acreditando, que é só uma questão de tempo para o outro perceber o quanto ele ama àquela (s) pessoa (s), que é importante (s) para ele – e que o outro – nem que seja um pouquinho apenas demonstrará um gesto de gratidão. Mas se nem ele mesmo sabe se valorizar, como poderá esperar que alguém o faça? É uma questão de seletividade. Todo esforço será em vão se não soubermos a quem nos dedicar. O indivíduo se desapega a partir do momento em que entende que ninguém vai saber cuidar do seu coração tão bem quanto ele. Isto implica dizer, que existem indivíduos bons mundo afora, mas de nada adiantará gastar afeto com indivíduos ingratos.

Não raro são indivíduos que se autoflagelam emocionalmente, somatizando, a ponto de perderem seu maior bem: à saúde.

“Com o tempo, você vai percebendo que, para ser feliz, você precisa aprender a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.” Mario Quintana

É necessário compreender que somos seres singulares, mas vivendo em coletividade. Portanto, a nossa condição humana é vivermos uns com os outros, e não somente – eu – para os outros. Se não houver esse entendimento, o ser humano perde a sua essência – tornando-se marionete – conduzida ao bel-prazer de outros indivíduos. Se você compreender que esse comportamento: autoflagelado não trará nenhum benefício para sua vida, certamente, construirá relações sólidas, sensatas, verdadeiras e com autoamor duplicado. Amor não se compra. Amor se conquista.

 

Referência:

Fonte própria

 

 

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