Artigo publicado em 06 jan 2018 | Este artigo tem 2 Comentários

 

São muitas as possibilidades da causa de uma doença, mas independentemente da sua causa, existe sempre uma contradição. Essa contradição, invariavelmente, começa no nível da alma e precisa ser explorada, conhecida e compreendida. Só a partir dessa compreensão é possível fazer um prognóstico real e iniciar um tratamento de cura.

Essa contradição é como uma ferida na alma que se manifesta no corpo físico, mostrando que existem duas forças atuando em sentidos opostos dentro da pessoa. O resultado desse cabo de forças é uma fenda na substância da alma, que se manifesta no corpo físico de acordo com a genética, com uma série de leis físicas, psicológicas e espirituais, mas que podemos resumidamente chamar de karma.

O karma determina até mesmo o local em que a pessoa escolheu morar. Ela acredita, às vezes, que escolheu aquele lugar, mas se não está acordada, ela é escolhida e levada por impulsos inconscientes que ela chama de escolha, e até mesmo esse ambiente influenciará em seu estado físico. Da mesma forma, o alimento que ingerir terá influência, a atividade física que faz ou não faz, as relações que mantém e, obviamente, a herança genética que traz. Mas todas essas portas de acesso, ou portas que se abrem para a manifestação da doença, determinados pelo karma, começam nesse distúrbio, nessa contradição no nível da alma.

Existem doenças e doenças. Dependendo do lugar em que ela se manifesta, e como se manifesta, o próprio local do corpo afetado trará mensagens específicas. É verdade que o corpo fala. Cada parte dele diz muito do mundo psicoemocional e espiritual de cada um de nós. Ele é uma porta e tanto para entender esse conflito que gerou a doença. A gente percebe que determinadas patologias estão relacionadas à tristeza, outras ao medo, algumas à raiva guardada, outras tantas à amargura e assim por diante.

As desordens e desequilíbrios começam sempre no nível da alma, e depois vão descendo até chegarem no nível mental. Desequilíbrios no nível da alma são um esquecimento do que a pessoa veio fazer aqui nesse mundo. Quando chegam no mental geram confusões, condicionamentos, conceitos rígidos e cristalizados. Depois vão para o emocional, causando uma série de diferentes sintomas – ansiedade, angústia, tristeza e pânico. Então, seguem para o energético, desequilibrando o centro de energia, e por fim, chegam ao plano físico, na forma de doenças – primeiramente nos sistemas nervoso e endócrino, e depois se espalham por todo o organismo até chegar nos ossos, que seria a forma mais densa dela se manifestar.

Como disse, nosso corpo diz muito sobre nós e podemos usar os sintomas para compreender a natureza desse conflito. Ao notar-se doente, experimente perguntar-se: o que é que está acontecendo comigo? Qual é a natureza dessa contradição em mim? Onde eu deveria estar agora? Onde estou escolhendo estar através do uso do meu livre arbítrio? Nesse estágio de evolução da consciência humana, recebemos esse poder do livre arbítrio, mas é bem raro aquele que sabe usá-lo, até porque, se existem esses impulsos inconscientes agindo, o livre arbítrio acaba sendo muito relativo.

Por isso, eu convido aqueles que, de alguma maneira se sentem adoecidos, a tomarem consciência das suas contradições, tomarem consciência dos conflitos profundos que carregam, porque em essência, são eles as verdadeiras causas das doenças.

Se o Eu maior em você quer tomar uma direção e o eu menor, obstinado em seguir os condicionamentos, vai em outra direção, um cabo de força se estabelece aí dentro. No nível físico é fácil entender isso: se alguém puxa seu braço esquerdo para um lado e outro alguém puxa seu braço direto na direção oposta, ao mesmo tempo, é fácil compreender que você vai ser rompido ao meio. No nível emocional, mental e da alma acontece o mesmo. O espírito é o único que não se divide, mas em todos os outros níveis pode haver a divisão e, obviamente, a cura significa eliminar essa divisão.

A cura significa você colocar os dois pés numa canoa só. Significa você colocar as duas mãos na mesma direção. É muito valioso tomar consciência dessas contradições. É, no mínimo, o primeiro passo para superá-la, o primeiro passo para a cura.

Portanto, eu lhe convido a experimentar colocar em prática um exercício bem simples: algumas vezes no seu dia, se desligue do mundo lá fora, feche os seus olhos e coloque o foco no fluxo da sua respiração. Permita-se descansar no seu silêncio. Aos poucos você vai se desassociando da mente e rompendo com o pensador compulsivo que te habita, podendo ampliar o poder da sua auto-observação, que é, sem dúvida, o principal requisito para a expansão da consciência.

Entendo o cultivo do silêncio como a base para quem quer se conhecer, e nesse caso, se curar, porque permite que você se observe. Em silêncio você pode notar o tumulto que te habita e as raízes em que essa desordem é gerada, abrindo espaço assim, para se aprofundar no processo de cura e transformação. Diante de uma doença, você pode, muitas vezes, precisar de um tratamento médico, algo que vem de fora para dentro. Mas lhe garanto que se você trabalhar também de dentro para fora, em busca das respostas que o seu ser carrega, os resultados serão ainda mais efetivos.

O processo de autoinvestigação está a serviço de desbloquear o fluxo da vida – que em outras palavras, pode ser entendido como o fluxo da saúde, porque saúde é uma dimensão da vida – criando possibilidades para o corpo se reestabelecer. O cultivo do silêncio é capaz de abrir uma clareira que permite ventilar esse campo da alma que está em desordem. Esse assunto é profundo. Torço para que possamos iluminar o sim para a vida.

 

Fonte:

sriprembaba

Artigo publicado em 30 dez 2017 | Este artigo tem 0 Comentário

O presente artigo tem por objetivo discutir sobre o “Judiciário na berlinda”. Falaremos aqui sobre o descaso do judiciário com a Nação Brasileira.

No meio jurídico é comum ouvir, com alguma razão, que estudante de Direito é sinônimo de impetuosidade e de imprudência. Não foi diferente comigo, pois até pouco tempo depois de formado, escrevi artigos com críticas ao Judiciário que foram considerados por alguns como “fortes demais”; outros falaram em irresponsabilidade. O Judiciário sempre foi hermético e um tema tabu e os advogados tinham – e tem, receio de se manifestar publicamente temendo retaliações por parte dos magistrados que eventualmente ficassem insatisfeitos com as críticas.

Recentemente, os comentários que se ouve nos corredores dos fóruns e nas rodas sociais, tomaram corpo, pois ninguém menos do que a corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, disse, em entrevista, que estão infiltrados na magistratura “bandidos de toga”. Ninguém numa posição da ministra Calmon iria levantar uma questão grave dessa se não tivesse as provas, daí o espanto e a repercussão da sua entrevista.

A crítica é importante, desde que venha desacompanhada de qualquer outro interesse que não seja o de contribuir para o aperfeiçoamento da máquina pública, mas o fato é que nunca se ouviu tantas reclamações por parte dos advogados, inclusive, até a Ordem dos Advogados do Brasil acordou para a gravidade do sistema judicial que, além de lento, agora provocou insegurança por conta de não se ter ainda os nomes dos supostos “bandidos de toga” mencionados pela ministra Calmon – não se pode deixar respingar as críticas da corregedora em toda nobilíssima categoria dos magistrados, pois ela falou de uma minoria. O caos no Judiciário teve vários fatores que contribuíram, mas há evidências de que a corrupção de alguns poucos desacreditou todo o sistema.

Depois da polêmica entrevista da ministra Calmon, meus artigos passados podem ser considerados hoje ingênuos.

 

REFERENCIA:

Luís Olímpio Ferraz Melo – advogado e psicanalista.

 

(Artigo em construção)

Artigo publicado em 20 nov 2017 | Este artigo tem 0 Comentário

INTRODUÇÃO:

O presente artigo tem por objetivo discorrer sobre os mecanismos de defesa, que, ficarão restritos a dois tipos clínicos: Projeção e Sombra. Falaremos de forma concisa, porém, didática e elucidativa para o entendimento do leitor.

“Algumas pessoas irão te amar e não será porque você é engraçado, será porque eles precisam rir. Algumas pessoas vão te odiar e não será porque você é arrogante, será porque você se parece com os pais delas. As pessoas não odeiam você por quem você é, elas ODEIAM a parte delas que VOCÊ REFLETE. As pessoas vão te amar, as pessoas vão te odiar, e nada disso terá nada a ver com você!” Charlotte de Abraham Hicks.

PROJEÇÃO:

A projeção é um mecanismo de defesa da psique que o sujeito “projeta” seus próprios pensamentos, desejos e sentimentos indesejáveis no outro. Para a psicanálise, trata-se de um mecanismo de defesa muito comum que todas as pessoas utilizam em certa medida.

Para entender o mecanismo de projeção, podemos considerar que determinado sujeito tenha pensamentos de infidelidade durante um relacionamento. Não conseguindo lidar com tais pensamentos indesejáveis de forma consciente, o sujeito os projeta de forma inconsciente no outro – a partir disso, passa a considerar que o outro é quem tem pensamentos de infidelidade ou, até mesmo, que o outro tenha outro parceiro (a). Nesse aspecto, podemos afirmar que a projeção psicológica está relacionada com aquilo que o sujeito recusa em si mesmo, que é o único mecanismo de defesa mais primitivo que a própria projeção. Como todos os mecanismos de defesa, a projeção psicológica fornece uma função para que o sujeito possa proteger sua mente consciente de um sentimento que, de outra forma, seria repugnante.
A partir deste exemplo podemos considerar que PROJEÇÃO são formas em que o EGO continua a dissimular que está no controle em todos os momentos, quando, na verdade, se trata da experiência humana de transferir modos de agir e/ou motivos instintivos e emocionais, com os quais o “eu” não concorda, mas encontra espaço para liberar sua “culpa,” projetando aquilo que abomina em si no outro.

Portanto, “Quando Pedro fala de Paulo eu sei mais de Pedro do que de Paulo”. Sigmund Freud

SOMBRA:

Encontramos nos escritos de Carl Gustav Jung, as melhores definições do mecanismo de defesa denominado sombra. “A sombra é aquilo que o sujeito não tem desejo de ser”. Esta afirmação traduz as repetidas referências à sombra como o lado negativo da personalidade – a soma de todas as qualidades desagradáveis que o sujeito quer esconder, o lado oculto, sem valor, e primitivo da natureza do homem. Seria o outro lado do sujeito, porém, seu próprio lado obscuro. É nítido nos escritos de Jung, a consciência da realidade do mal na vida humana.
Enfatizou que todos nós temos uma sombra, que toda coisa substancial emite uma sombra. O ego, então, está para a sombra como a luz para a penumbra, que é a sombra que nos faz humanos.

Todos nós, segundo Jung, carregamos uma sombra, e quanto menos ela está incorporada na vida consciente do sujeito, mais obscura e densa ela é. Se uma inferioridade é consciente, sempre se tem uma oportunidade de corrigi-la. Além do mais, ela está constantemente em contato com outros interesses, de modo que está continuamente sujeita a modificações. Porém, se é reprimida e isolada da consciência, nunca poderá ser corrigida, e pode irromper subitamente em um momento de inconsciência. De qualquer modo, forma um obstáculo inconsciente, impedindo nossos mais bem-intencionados propósitos.

A SOMBRA: refere-se à parte do EGO mais sombrio. A parte animalesca da personalidade humana. Para Jung, esse arquétipo foi herdado das formas inferiores de vida através da longa evolução que levou ao ser humano. A SOMBRA contém todas àquelas atividades e desejos que podem ser considerados imorais e violentos, aquilo que a sociedade não pode aceitar.

Em suma: a SOMBRA é o lado obscuro da pessoa e que ela procura ocultar.
Aquilo que denominamos sombra, é o lado que ninguém ou a maioria das pessoas nunca querem evidenciar. Exemplos têm inúmeros, mas podemos citar o caso da política atual no Brasil, com inúmeros casos de desfalques e enriquecimentos ilícitos. Procurados, nenhum dos acusados querem dar a verdadeira versão dos fatos, salve quando se encontram sob pressão e prisão.

“Conhecer sua própria escuridão é o melhor método de lidar com a escuridão dos outros”. Carl Gustav Jung

CONCLUSÃO:

A partir desta discussão, não podemos negar que a nossa psique é entrelaçada desde nossa geração intrauterina, educação que nos é dada pela família e/ou instituição, e por fim, a nossa essência que está entrelaçada em toda a nossa formação enquanto sujeitos, que é parte integrante da nossa natureza e nunca pode ser simplesmente eliminada.
Sendo assim, conhecer a sombra é essencial para que ela não seja projetada nos outros.

 

REFERÊNCIAS:

Conhecimentos científicos da autora: Luzziane Soprani

Arquétipo, Sombra e Projeção (Beth Sartore)

 

Artigo publicado em 24 out 2017 | Este artigo tem 2 Comentários

Do interior de um território, só conhecemos mesmo nossas próprias fronteiras”. Jacques Lacan

INTRODUÇÃO:

Iniciamos este artigo abordando o fim da relação que leva alguns indivíduos à perversão do amor, seja ele de natureza conjugal ou parental. Se o individuo precisa ser amado para “ser”, a falta de amor do parceiro e o rompimento da relação provocam reações de intensa carga destrutiva. Vemos, por exemplo, crimes passionais e em processos tramitando em Varas de Família que ilustra o “enlouquecimento” diante da perda do amor.

O amor não sobrevive quando somente um dos parceiros quer continuar a relação. No início de um relacionamento amoroso, é comum que as qualidades dos parceiros sejam semelhantes, e o que não for: há quem acredite poder modificar, as características que pareçam indesejáveis.

DA SEPARAÇÃO:

A separação sempre deixa estigmas e questionamentos, para quem não aceita o fim da relação. Há uma expectativa do que pode vir após a separação. Uma das partes terá que deixar a zona de conforto, quando não há o consentimento. Quem não aceita a separação tem maior dificuldade em lidar com a cisão. Para algumas pessoas há, inclusive, “perda da identidade”, que por algum tempo, passou a ser uma identidade unificada – que surgiu a partir do momento que ambos fizeram projetos de vida juntos. Por mais intenso, que seja o sentimento pelo o parceiro, o amor que cada um sustenta dentro de si deve sobrepôr as barreiras da desilusão. A autoestima intensa é o oxigênio que não deve se escassear. Vale lembrar a canção de Paulinho Moska: “Tudo o Que Acontece de Ruim É Para melhorar!” Muito embora, estamos sempre tendo a oportunidade de melhorar, pois somos seres em mutação constante. Por mais que tentamos resistir às mudanças inerentes à vida, não conseguimos frear o ciclo da vida. E dentro dessa “máxima”, que se é capaz de buscar respostas para continuar a caminhada.

“A separação conjugal provoca um desequilíbrio de energia em nosso psiquismo onde toda a libido que era direcionada ao objeto amoroso deverá ser redirecionada a um novo destino.” (NAZIO, citado por FERREIRA, 2010). No entanto, o rompimento de uma relação é impulsionado e vivido de maneiras diferentes em cada indivíduo, posto que somos seres singulares, podendo cada um vivenciar, com maior ou menor grau de intensidade o fim da relação.

Para alguns, mesmo percebendo que o amor já se dissipou, que o ex-parceiro quer construir uma nova história, escolhe manter o relacionamento na “vitrine” como penhora de que esse script poderá ser transmutado.

“Em muitos casos, somente no momento em que perdemos esse objeto amoroso ou somos ameaçados de perdê-lo é que nos é “revelado”, de maneira bastante dolorosa, a intensidade dessa ligação”.(FERREIRA, 2010).

Entretanto, ficar negando a realidade só fará sofrer aquele que não aceita o fim do relacionamento. Ficar na ilusão de que algo poderá mudar, só trarão mais desafetos e mágoas sobre o ex-parceiro. O que fazer, então, diante do fim, que o outro impôs?

Busque examinar o que o amarra a um amor que não existe mais. Em muitos casos o indivíduo se vê como um refugo – não acredita ser capaz de refazer a sua história, como se aquele relacionamento fosse alfa e ômega.

DA PERDA, A CULPA E O LUTO:

“Os sujeitos são acometidos por perdas das mais variáveis, difíceis de metabolizar: perdas econômicas, de estabilidade, segurança. Tendo que lidar com a dissolução de vínculos e investimentos feitos no ex-parceiro.” (MATIOLI, 2011). “Podendo — ou não — serem acompanhadas de sentimentos de abandono, culpa, desamparo, falha, fracasso, frustração, impotência, remorso, solidão, entre outros.” (LOSSO, citado por MATIOLI, 2011).

A culpa é como uma ferida narcísica que fica exposta (“ad eternum”) eternamente. É preciso compreender que uma relação não acaba por causa de um só, mas é no espaço entre os dois que se incorporam as diferenças com que uma das partes não queira mais seguir no mesmo caminho. A partir daí surge na consciência, que a história, a parceria, o desejo, e as mesmas visões e projetos que ambos tinham antes acabou, mesmo que seja apenas para uma das partes – resta à outra conviver com a realidade e buscar se reinventar.

Quando um casal se separa, diferentes emoções de intensidades diversas atingem ambos os cônjuges. Lemaire (2005) “constata que alguns sujeitos buscam desesperadamente manter o modelo fusional presente nas etapas precoces da vida em cada relação amorosa que estabelecem e ficam incapacitados de fazer um trabalho de luto após seu rompimento. Quando isto ocorre, vivem a dor de uma ferida narcísica e colocam em questão sua capacidade de ser amado, duvidando de seu próprio valor. O ressentimento e o ódio pela perda das ilusões depositadas no casamento ou no parceiro provocam um desejo de aniquilar o outro”.

Inevitavelmente passamos por muitas fases de luto na vida e, na melhor das hipóteses, esse processo de separação pode representar um convite para nos repensarmos amplamente, reinvestirmos nossa energia e olharmos de forma diferente para nós mesmos.

CONCLUSÃO:

“A capacidade de reparação depende, segundo Cleavely (1994), da maturidade dos sujeitos e de sua possibilidade de separar os conflitos relativos a seus mundos internos dos conflitos decorrentes de experiências compartilhadas. Neste sentido, a ruptura da relação poderá gerar soluções criativas em lugar de intensificar movimentos destrutivos.” É necessário trabalhar a ferida narcísica da culpa, do ódio, da desilusão e do desejo de aniquilar o outro, para que, inevitavelmente, o indivíduo volte a evoluir em uma caminhada sábia e saudável para si.

Por fim, quando o amor acaba de nada adiantará ficar em busca de uma solução. É preciso tomar consciência que para ser feliz não se pode depender do outro. Entender que insistir em prorrogar um relacionamento que já acabou só lhe transportará a mais desgastes.
É como a canção de Paulo Vanzolini: “Levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima”. O amor nem na poesia rima com migalhas.

 

REFERÊNCIAS:

Tempo Psicanalítico – versão impressa ISSN 0101-4838 – Tempo psicanal. Vol.43 no. 1 Rio de Janeiro jun. 2011

Aulagnier, P. (1990). Observações sobre a feminilidade e suas transformações. In: Clavreuil, J. (org.). O desejo e a perversão (pp. 67-111). São Paulo: Papirus.

NAZIO, J. D. DA DOR E DO AMOR – Tradução Lucy Magalhães

BOTTOLI, C. , ANTONIAZZI, M. P., DENARDI, A. T. e SILVA, L. M. (2012). Separação conjugal: suas implicações e os desafios para psicologia. 5º Interfaces no fazer psicológico: direitos humanos, diversidade e diferença. Psicologia Unifra. pp.01-10.

FERREIRA, E. P. (2010).A separação amorosa: uma abordagem psicanalítica.Psicanálise & Barroco em revista v.8, n.1, jul. pp. 56-97.

 

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